Monthly Archive: janeiro 2016

A arte de querer muito, e os Toys colecionáveis

Estava eu passeando pelo mundo de links das internets e facebooks da vida, quando me deparo com mais uma tentação ao bolso que com certeza ficariam lindas na minha estante/prateleira ainda inexistentes. Mas que por motivos de claros de falta de dinheiros só me fazem querer hibernar para não sofrer com mais coisas que eu quero consumir descaradamente mas que não posso. Sim, é consumismo. Sim, é brinquedo – mas posso usar a desculpa de ser algo colecionável. E sim, é mais coisa para juntar pó e ter o trabalho de limpar… mas afinal, quem liga para isso não é mesmo?

Uma linha de bonecos de vinil da Evil Corp que só tem alguns dos personagens mais bacanudos e queridos. Segue alguns dos que eu gostaria loucamente de estocar.

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Um pouco sobre CREED – Nascido para lutar

Fui assistir com alguma reserva ao filme CREED – Nascido para lutar no cinema, foi um passeio interessante junto aos meus pais, que conhecem o meu carinho pela saga Rocky desde muito pequena.Na verdade nem eu me lembro direito como ou quando foi a primeira vez que vi pela primeira vez, mas desde então foi um amor muito passional pela saga e os personagens. Assim também começou minha admiração pelo Sylvester Stallone (Sly) e os filmes de brucutus e atores do gênero. Provavelmente eu não possa ser muito imparcial na minha avaliação do filme, mas posso tentar expor mais do que só a minha paixão. E devo dizer a grata surpresa que tivemos, e a emoção singular de revisitar o universo Rocky, visto de outro ângulo e com outro enfoque.

Eu já tinha me emocionado com o encerramento da saga Rocky nos cinemas com o filme Rocky Balboa, o sexto e último filme. Achei muito digno o encerramento e tantas emoções que se misturam para quem acompanhou e sofreu junto, sem falar que para os que conhecem a carreira de Sly sabem que o Rocky é quase uma representação dele mesmo, em seus altos e baixos. Ter ido ver no cinema, sendo a primeira ver que tive a oportunidade de ver um filme Rocky no cinema já foi outro fator de emoção para a despedida.

Mas agora veio CREED – Nascido para lutar, e antes dos trailers e todas as informações oficiais eu estava muito na dúvida se iria gostar. Quando os materiais foram liberados eu dei só uma olhada de leve mas ainda incrédula de como aquilo poderia funcionar. Fugi um pouco dos trailers, um pouco não, eu só vi as chamadas que passaram na televisão aberta quando não conseguia evitar. Com medo de ver o que estaria por vir. Mas daí eu fui surpreendida com a premiação do Sly no Globo de Ouro e então eu fui quase sugada pela necessidade de conferir o trabalho. Até porque estava lendo e ouvindo muitas pessoas falando bem. Pois então lá fomos para o cinema conferir.

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Relacionamento com séries de longas a longo prazo

Em relação ao hype de How I Met Your Mother, confesso que perdi. Seja por motivos de não ter acompanhado desde o começo, ou por quando eu finalmente entender e ver mais sobre a série ela já estar em seu fim. Daí que demorei, e um dia, sei lá o motivo que não lembro mais, começamos a ver um episódio aleatório na tv a cabo e depois veio a aparecer na lista de recomendações do nosso amigo streaming de vídeos (no caso o bom e velho amigo Netflix). Pelo menos assim conseguiríamos ver em ordem cronológica desde o começo, porque no canal Sony só passavam os da sétima temporada pra frente.

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Maratonando Z Nation

Um momento que o excesso de pensamentos e muitas dúvidas existenciais te assolam e você fica meio perdido no caos da vida rotineira, é interessante entrar numa pequena vórtice de aleatoriedade que as séries nos oferecem. Um pouco vasto esse caminho, e podemos ceder à tentação de seguir às tendências do momento, indicações de amigos, temas específicos ou mesmo algo  bem aleatório de acordo com os padrões de coisas trash que costumamos seguir. Nesse caminho eu tento seguir um pouco de cada opção citada, mas uma das minhas tentativas aleatórias foi bem interessante, tanto na descoberta quanto na surpresa de que algo tão tosco pode vir a ser tão interessante e digno de maratona básica.

Lá fui eu, embarcando no mundo desconhecido da séries do SyFy e pegando carona na série Z Nation, que agora já tem as duas primeiras temporadas disponíveis no Netflix. A 1ª temporada é de 2014 e é composta por 13 episódios, já a 2ª temporada é de 2015 e é composta de 15 episódios com aproximadamente 40 minutos cada. A série foi renovada para a 3ª temporada em 2016.

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