Filmes

Listando filmes que queremos ver em 2017

Preparando para esse ano conseguir assistir tudo que eu quero, por que não fazer uma listinha básica!?
Ela pode ser ampliada a qualquer momento, sempre, na verdade – mas seguem apenas os lançamentos de 2017 que eu mal posso esperar para poder assistir:

Moana – Um mar de aventuras (5 de janeiro)

La La Land – Cantando as estações (19 de janeiro)

Estrelas além do tempo (19 de janeiro)

A torre negra (23 de fevereiro)

Jackie (23 de fevereiro)

Logan (2 de março)

A Bela e a Fera (16 de março)

Ghost in the Shell (30 de março)

Guardiões da Galáxia 2 (5 de maio)

Alien Covenant (19 de maio)

Mulher-Maravilha (13 de julho)

Homem Aranha – De volta ao lar (28 de julho)

Thor – Ragnarok (2 de novembro)

Liga da Justiça – Parte 1 (16 de novembro)

Star Wars – Episódio VIII (15 de dezembro)

 

E você? Quais filmes adicionaria na lista?!

Alguma dica?

Fale com a gente!

Despertar dos mortos (2011)

E entre tantas noites de insônia ou buscando algo para assistir em vão, resolvi ceder à esse título que vez ou outra voltava a aparecer como indicação nas listas de recomendação. Claro que não é a escolha mais óbvia ou mesmo a mais adequada para noites de dificuldade com o sono, visto que não relaxa, não acalma, mas ainda assim distrai bastante. E afinal, por que buscar o óbvio quando ele já não funciona mais?

Uma promessa de um filme simples, com uma temática já meio que clássica no campo do terror – confesso que me lembrou um pouco aquela premissa de Cemitério Maldito (1989), mas foi apenas como referência ao ler a sinopse e a questão da perda de uma criança e a busca pelo retorno. Vamos para algumas informações do filme:

Despertar dos mortos
Título original: Wake Wood (2011)

Dirigido por: David Keating

Duração: 90 minutos
Gênero: Drama, Suspense, Terror
País de origem: Irlanda, Reino Unido
Classificação: 16 anos

Sinopse: O veterinário Patrick (Aidan Gillen) e a farmacêutica Louise (Eva Birthistle) perdem a sua única filha, Alice (Ella Connolly). Ainda em luto, eles se mudam para a remota cidade de Wake Wood. Ao saber do ocorrido, o líder do vilarejo (Timothy Spall) lhes oferece para fazer um ritual pagão que trará sua filha de volta por três dias, para que eles possam se despedir propriamente. Eles aceitam, mas quando chega a hora de enterrar Alice novamente, hesitam. Só que conforme o tempo passa, a menina começa a se comportar de forma estranha.


Talvez você vá reconhecer:

Aidan Gillen (Série: GOT)
Timothy Spall (Filme: Harry Potter, Sweeney Todd, Sr. Turner)
Eva Birthistle (Filme: Brooklyn)


Escrivinhando sobre o filme:

O filme pode não ser uma maravilha do terror, mas cria bons momentos de suspense e tensão.  Consegue entregar, mesmo sem muito tempo de tela, a relação amorosa entre os pais e a filha, gerando uma empatia pela dor e intensões meio duvidosas do casal em aceitar entrar nesta situação para ter o tão desejado retorno de sua única filha. Fica fácil se relacionar a essa dor, e ao que leva aos erros cometidos para conseguir o objetivo. Mas desde o início fica claro que algo dará imensamente errado, e que não terá volta.

Uma produção que foge dos mega efeitos, usa de efeitos práticos simples e bem feitos. O roteiro tem alguns furos – a facilidade de um casal arrombar o cemitério e violar a lápide de sua filha é algo impressionante, mas no geral passa e não dói tanto assim ao assistir e encontrar alguns furinhos que podem ser contornados com uma dose de suspensão de descrença básica – como o fato de uma sociedade pequena e afastada, com segredos como este, confiariam em pessoas de fora assim tão facilmente e por receber os serviços de um veterinário de forma integral e irrestrita em troca. Mas assim, novamente, quem sou eu para julgar essa lógica sem lógica alguma, eu aceito e embarco para ver até onde vai – já que às vezes o trajeto é melhor do que o destino final.

 

 

Gostou da dica? Ou já assistiu e quer compartilhar sua opinião? Ou se quiser indicar mais temas para que a gente publique por aqui, é simples – Deixe um comentário logo abaixo, ou fale com a gente pelo nosso e-mail (contato@boxofme.com.br)!

 

Elis – e o salto no tempo

Depois de ver teaser, trailer, entrevistas em tudo que é programa, site e canal… lá fomos nós assistir ao filme Elis, ainda em cartaz nos cinemas.  A caracterização e muitos pontos positivos presentes, mas eu ainda não sei o que dizer direito. Ficou uma sensação mista de ter gostado e a sensação de que algo estava fora do lugar. A Andréia Horta de Elis ficou além de incrível, ela entrou com tanta força, delicadeza e entrega no personagem. Em alguns momentos chega a arrepiar a semelhança e como ela encarnou a Elis.

Mas nem só disso pode viver o filme, e isso sozinho não segurou essa barra. O ritmo do filme parece meio lento e massante, e ao mesmo tempo são saltos desconexos que simplesmente te deixam meio desnorteado. Ficou solto, estranho, confuso. E olha que mesmo minha mãe que viveu a época achou isso e estranhou essa coisa meio doida.

Me deu uma impressão de que eles tinham muito material, cortaram algumas partes meio que a esmo para encurtar para um tamanho de filme. E depois vem uma série, micro série ou algo do tipo para usar tudo que não coube no tal filme. Não vou dizer que a idéia é ruim ou errada, mas vira uma coisa meio chata que gera uma leve decepção com o resultado final.

Enfim, não é que não valha a pena assistir, mas é que não é bem o que parece prometer. Mas acho que no final é algo que vai depender de cada um, e pode valer o teste.

 

Homens, Mulheres e Filhos

Um filme que estava entre o não querer ver, não entender e não saber o que pensar, mas que que no final eu quis indicar para meio mundo ver também, sem palavras e em pura reflexão  dos caminhos que levam essa nossa vida corrida e conectada na virtualidade e quase desconectada da realidade humana.

Calma, não surtei ainda, mas vale a reflexão que o filme propõe. (mais…)

Questão de tempo (About Time) (2013)

Um dia, em algum momento, nos perguntamos o que teria acontecido se… Ou mesmo aquele desejo de ter mudado algo, revivido um momento específico e ter dado a ele um outro valor, um outro rumo.

Um questionamento banal,  visto que não podemos mudar o que já aconteceu. E as nossas idéias do que seria diferente não abrangem todo o apanhado de mudanças que aconteceriam. Mas ainda assim, quem de nós nunca imaginou como seria poder fazer isso. E quantos momentos gostaríamos de mudar ou reviver… ou simplesmente, ter uma nova chance de melhorar, de ressignificar… (mais…)

Top 7 – filmes para se esquecer

Brincando de fazer umas listas, mas indo além de falar dos favoritos ou dos menos queridos… vou começar com uma lista de filmes que eu ainda não sei porque resolvi ver, mas nada de guilty pleasure ou de filme que eu me arrependo de ter visto. É filme nível esquecer que viu mesmo.

Por pior que tenha sido, a gente guarda algo, lembra que era ruim por um motivo ou que algo até se salvava… Mas acontece de algumas vezes nem isso rolar e só restar aquela sensação de culpa, misturada com uma vergonha e daí vai para o limbo da memória. E olha que eu sou assumidamente consumidora de coisas trash, mas tem alguns que nem se aplicam nisso, alguns só são ruins e ponto.

Vamos chamar de “Filmes esquecidos”. E eu confesso que muitos eu só lembro porque eu já tinha marcado no Filmow. Vamos ao top 7: (mais…)

Dica de filmes: O Clube das Desquitadas / The First Wives Club (1996)

Um filme que junta as divas das comédias e comédias românticas dos anos 80 e 90. Minhas divas, pelo menos, que esbanjam beleza, simpatia e muito talento. E um filme na linha das mulheres descobrirem seu poder e sua força …de um empoderamento que não tem hora ou idade…e sim força de vontade. Eu uso referências desse filme até hoje, assim como de tantos outros. Adoro ver e rever, por isso segue como dica! (mais…)

Magia além das palavras – A história de J.K. Rowling (2011)

Eu já tinha assistido, mas vi esses dia que estava disponível no Netflix. Então pensei em indicar por aqui. Já avisando que é bem a linha Movies For Tv, mas ainda assim pode ser legal. Afinal, a gente acaba assistindo cada tranqueira que precisa aprender a ver de tudo e com menos preconceito. (mais…)

Águas Rasas (2016)

Algumas vezes escolhemos filmes sem saber o que esperar, sabendo muito pouco, lendo menos ainda. Parece estranho em tempos de ultra conectividade, mas pode resultar em boas descobertas com baixo grau de decepção. Cobrar menos do que vamos ver, por não saber direito o que esperar ou com o que comparar. É difícil fugir de comentários, até de spoilers, mas pode valer o esforço. E esse filme vale o esforço de ver nas telonas – corre que acho que ainda da tempo.

banner-aguas-rasas (mais…)

Jumanji 2 está vindo mesmo

Sabíamos que haveria um Jumanji 2 já a algum tempo, mas enfim saiu uma foto com o elenco principal do longa no set de gravação. Confesso que eu só sabia do Dwayne Johnson de quem eu gosto muito, e seria um motivo para ver o filme. Depois soube  do Jack Black, que me fez questionar ainda mais se eu ia querer ver, já que não sou muito fã dele. Até por motivos de não me interessar muito por uma sequência ou reboot, eu não sabia o que pensar. Mas daí vem a Karen Gillian também, de quem eu gosto, mas ainda assim acho que não vai ser bom, mas ainda assim mais um motivo para talvez assistir – Whovians entenderam meu impasse. nekbswzoaltjnt_1_b

Mas o que dói é que parece still de um filme/série do SciFy. Não me entenda mal, eu sou a pessoa que se empolga com Sharkonado ou ZNation, mas é difícil vender algo assim. E muito difícil gostar, ainda mais por ser algo que mexe com aquele ímpeto de nostalgia.

Segundo divulgam até o momento, o filme não será um remake, mas sim uma sequência que se passa quase 20 anos após os ocorridos do primeiro filme de 1995. Talvez seja uma saída inteligente para não correr o risco de sofrer com as comparações e com os nostálgicos de plantão. Como vimos com As Caça Fantasmas.

Estão confirmados no elenco principal: Dwayne Johnson, Jack Black, Nick JonasKevin Hart e Karen Gillian.

A previsão de lançamento é 28 de julho de 2017.

Agora é esperar por mais pistas e dicas do que vais ser essa continuação. E torcer para ser algo bacana para apresentar o filmes original para uma nova geração de crianças. E vamos lá, você como pai/mãe/tio/tia ou adulto de referência, apresente clássicos da sua infância para um picorrucho também. Pode ser clássico, trash, bobo ou não… espalhe a palavra da sessão da tarde você também!rs

 

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