Filmes

DEADPOOL

Eu não sou a pessoa mais entendida de HQs do mundo, confesso que conheço apenas os personagens que vão para as telonas. Geralmente acabo indo assistir pela farra e por gostar de consumir esse tipo de filme. Mas geralmente é aquela coisa mainstream dos mesmo heróis de sempre e algumas sagas de HQs com adaptações (bjos para esse lindo universo MARVEL). Ou mesmo aquelas sagas que aprendi a amar com as animações, caso de X-Men.
Mas como a vida é uma caixinha de surpresas, assim é o mundo de adaptações de HQs (mais…)

Sessão pipoca – Como enlouquecer seu chefe

Sabe um filme que de tempos em tempos a gente resgata do fundo do baú para rever? Pois nem sempre ele é seu favorito ou coisa do gênero, mas é um filme que fala com você de alguma maneira e que justamente consegue te fazer refletir sobre alguns pontos da vida.
As vezes o bom de rever esse filme é que ele pode mudar o efeito, importância ou mesmo o ponto de vista a cada época.
Ok, sei que a prolixidade deve estar tomando conta do texto, mas se eu exemplificar talvez ajude, não é mesmo?! (mais…)

Como eu era antes de você

Tem fases em que a gente busca livros de um certo tipo, ou um tipo de autor e seus similares, e então muitos de nós entra numa espécie de vórtice. Não sei se você também faz assim, mas sofro lindamente da síndrome do vórtice. Ela serve para quase tudo na verdade, como livros, autores, filmes, séries, e toda e qualquer outra coisa que possa ser colocada numa categoria.
Faz um tempo eu entrei no vórtice de livros de romances leves, daí descobri a Marian Keyes e não foi uma fase bem longuinha desse gênero, ainda mais depois de alguns livros de terror e George R R Martin.
E depois veio a curiosidade por uma autora que estava em todas as prateleiras por onde eu passava e com um nome bem curiosamente fofo, Jojo Moyes, e me rendi ao “Como eu era antes de você”. Vou aproveitar para falar dele por conta do filme que está para sair. (mais…)

Filme: Chef

61761-71Gostar de comida já faz parte da rotina de muitos nós, mas além disso fazer dela uma arte e uma profissão é coisa de Chef. E assim se chama o filme do qual vamos conversar hoje. Jon Favreau dirige o longa e também atua como protagonista dessa produção que é simples e quase independente. Temos algumas presenças conhecidas das grande telas como Dustin Hoffman, Scarlett Johansonn, Robert Downey Jr., John Leguizamo e a minha querida Sofia Vergara. (mais…)

Documentário: AMY

Eu não conhecia muito da carreira ou vida conturbada de Amy, pelo menos nada muito além do que estava constantemente estampado em  manchetes ou programas de fofoca com as fotos que anunciavam um possível fim trágico de uma jovem e talentosa artista.  Justamente pelo grande furdúncio após sua morte, eu evitei por um tempo ver documentários póstumos até por que eles pareciam mais se tratar de oportunismo do que outra coisa.amy2

Com a chegada do documentário ao Netflix, eu deixei de procrastinar e finalmente fui assistir. Daí a procrastinação ficou para escrever, já que leva um tempo para digerir um pouco como nós (generalizando total e completamente) nos alimentamos das imagens e das piores histórias das outras pessoas e essa nossa mania de consumir desgraça e regojizar do drama e tristeza alheia – sei que tudo isso forma um mesmo bloco de coisas… Mas AMY traz um relato muito bem estruturado e muito delicado de como era a Amy que não conhecemos e como o mundo mudou para ela por conta do sucesso.

Construído com a narrativa de suas letras (mais…)

Um pouco sobre CREED – Nascido para lutar

Fui assistir com alguma reserva ao filme CREED – Nascido para lutar no cinema, foi um passeio interessante junto aos meus pais, que conhecem o meu carinho pela saga Rocky desde muito pequena.Na verdade nem eu me lembro direito como ou quando foi a primeira vez que vi pela primeira vez, mas desde então foi um amor muito passional pela saga e os personagens. Assim também começou minha admiração pelo Sylvester Stallone (Sly) e os filmes de brucutus e atores do gênero. Provavelmente eu não possa ser muito imparcial na minha avaliação do filme, mas posso tentar expor mais do que só a minha paixão. E devo dizer a grata surpresa que tivemos, e a emoção singular de revisitar o universo Rocky, visto de outro ângulo e com outro enfoque.

Eu já tinha me emocionado com o encerramento da saga Rocky nos cinemas com o filme Rocky Balboa, o sexto e último filme. Achei muito digno o encerramento e tantas emoções que se misturam para quem acompanhou e sofreu junto, sem falar que para os que conhecem a carreira de Sly sabem que o Rocky é quase uma representação dele mesmo, em seus altos e baixos. Ter ido ver no cinema, sendo a primeira ver que tive a oportunidade de ver um filme Rocky no cinema já foi outro fator de emoção para a despedida.

Mas agora veio CREED – Nascido para lutar, e antes dos trailers e todas as informações oficiais eu estava muito na dúvida se iria gostar. Quando os materiais foram liberados eu dei só uma olhada de leve mas ainda incrédula de como aquilo poderia funcionar. Fugi um pouco dos trailers, um pouco não, eu só vi as chamadas que passaram na televisão aberta quando não conseguia evitar. Com medo de ver o que estaria por vir. Mas daí eu fui surpreendida com a premiação do Sly no Globo de Ouro e então eu fui quase sugada pela necessidade de conferir o trabalho. Até porque estava lendo e ouvindo muitas pessoas falando bem. Pois então lá fomos para o cinema conferir.

CREED-Colage

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