Dark Circles – Noites em claro – Olheiras (2013)

Daí você se pergunta o nome do filme e eu falo depende, em inglês é Dark Circles, mas por aqui ele aparece no Netflix como Noites em Claro, mas em sites de filmes eu achei como Olheiras também. Vou com o nome do Netflix. Depois me pergunta por que eu fui ver esse filme, justo esse que não chegava a uma estrela, e a resposta é simples – estava sem sono. Parece ironia, levando em conta o enredo do filme de personagens que não conseguem dormir, mas não sei dizer se foi. Enfim, eu até gosto de me arriscar com filmes de terror duvidoso. Mas o filme tem que ter pelo menos algo que tenha valido a pena, e não ser um daqueles filmes que parecem torturas à nossa inteligência, desses eu fujo sempre que posso (como comentei no The Ouija Experiment).

A premissa é simples e interessante – privação de sono, casal se muda para casa afastada, bebê que estranha a nova casa e chora muito.

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Sinopse: Quando Alex e Penny se mudam para longe da concentração da cidade com um bebê recém nascido, ambos começam a ver coisas na nova casa que podem ou não existir.

Até que de certa forma o filme vai bem para o que ele se propõe. Cria certo suspense e tensão em algumas partes. O problema é que ele começa a se perder próximo ao final e toda a linha sobrenatural vai se perdendo. A solução final conflita com tudo que nos é apresentado no início, jogando por terra toda a construção feita até o segundo ato.

Termina mal, bem abaixo da expectativa que ele cria – e olha que eu fui com expectativa zero. Mesmo não iniciando maravilhosamente bem, entrega um começo simples e interessante. E depois ele me fez questionar se ele tinha algum paralelo com a depressão pós parto ou mesmo um pouco com a expectativa x realidade da maternidade e as pressões que as convenções sociais geram em torno da maternidade.Por trazer esses questionamentos eu até que relevei vários furos, menos aquele final que realmente foi complicado.

Não chega a ser uma indicação, é mais um relato de filme visto, quase um desabafo suave. E uma reflexão que mesmo um final ruim pode ser menos relevante do que um bom começo, que pode gerar bons questionamentos. Ou fica como um famoso “Por que não?!”, afinal nem só de clássicos se vive, não é mesmo?!

Já assistiu? O que achou? Ou se você quiser indicar algum filme ou série… Deixe um comentário!

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