Elis – e o salto no tempo

Depois de ver teaser, trailer, entrevistas em tudo que é programa, site e canal… lá fomos nós assistir ao filme Elis, ainda em cartaz nos cinemas.  A caracterização e muitos pontos positivos presentes, mas eu ainda não sei o que dizer direito. Ficou uma sensação mista de ter gostado e a sensação de que algo estava fora do lugar. A Andréia Horta de Elis ficou além de incrível, ela entrou com tanta força, delicadeza e entrega no personagem. Em alguns momentos chega a arrepiar a semelhança e como ela encarnou a Elis.

Mas nem só disso pode viver o filme, e isso sozinho não segurou essa barra. O ritmo do filme parece meio lento e massante, e ao mesmo tempo são saltos desconexos que simplesmente te deixam meio desnorteado. Ficou solto, estranho, confuso. E olha que mesmo minha mãe que viveu a época achou isso e estranhou essa coisa meio doida.

Me deu uma impressão de que eles tinham muito material, cortaram algumas partes meio que a esmo para encurtar para um tamanho de filme. E depois vem uma série, micro série ou algo do tipo para usar tudo que não coube no tal filme. Não vou dizer que a idéia é ruim ou errada, mas vira uma coisa meio chata que gera uma leve decepção com o resultado final.

Enfim, não é que não valha a pena assistir, mas é que não é bem o que parece prometer. Mas acho que no final é algo que vai depender de cada um, e pode valer o teste.

 

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