Homens, Mulheres e Filhos

Um filme que estava entre o não querer ver, não entender e não saber o que pensar, mas que que no final eu quis indicar para meio mundo ver também, sem palavras e em pura reflexão  dos caminhos que levam essa nossa vida corrida e conectada na virtualidade e quase desconectada da realidade humana.

Calma, não surtei ainda, mas vale a reflexão que o filme propõe.

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Sinopse: Homens, Mulheres e Filhos conta a história de um grupo de adolescentes do ensino médio e de seus pais, que tentam lidar com a forma como a internet mudou seus relacionamentos, a comunicação, suas imagens de si mesmos e suas vidas amorosas. Conforme cada personagem e relacionamento são testados, fica claro a variedade de caminhos que as pessoas escolhem – alguns trágicos, outros cheios de esperança – e que ninguém está imune a enorme mudança social que vem através de telefones, tablets e computadores.

E que belo chute no estômago ele traz com tantos questionamentos em relação aos relacionamentos. Na verdade ele questiona as formas de nos relacionarmos e como criamos  nossos relacionamentos. Eu tinha lido e ouvido um pouco sobre o tema, mas não esperava o impacto que teria de fato.  As histórias parecem desconexas, como pontas soltas num emaranhado de fios amontoados. Mas aos poucos os pontos se ligam e tudo vai tomando uma proporção escalonada – coisas da vida, não é mesmo?!

Esse é o tipo de filme que eu acredito que falar muito do que ele vai apresentar, estraga a experiência de ver pela primeira vez. Por isso vou tentar manter aqui um tom leve e livre de spoilers nocivos.

Você pode se ver representado em qualquer momento da sua vida, em vários sentidos… Desde a incerteza dos jovens em relação ao futuro, ou em relação ao que realmente tem relevância, dos seus medos e questionamentos. Quando adulto, sobre o que o levou até onde está, o caminho que trilhou e se ainda vai continuar, perdas, recomeços… É o tipo de filme que fala com você, diretamente, sem filtros.

Assisti uma vez, mas vou guardar na minha lista de filmes para rever de tempos em tempos, com toda certeza do mundo, porque acredito que são reflexões recorrentes nessa era conectada em que vivemos – em vários ângulos, com várias mensagens. É simples, direto e eficaz.

Confesso que a princípio duvidei por ter um Adam Sandler ali no meio, mas não teve ponto negativo no geral. Funcionou dentro da história, não teve nada com cara dos filmes dele (ufa). Mas o elenco como um todo acaba chamando atenção, pois é composto por nomes como Emma Thompson, Ansel Elgort, Rosemarie DeWitt, Jennifer Garner, Judy Greer, Dean Norris, Elena Kampouris e J.K. Simmons.

Com roteiro e direção de Jason Reitman (Obrigado por fumar, Juno, Amor sem escalas).

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Ainda não viu? Então anota a dica no caderninho, assiste. Já assistiu? Tem alguma dica de filme ou série?

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