O Bebê de Bridget Jones

Eu demorei, mas cá estou para me redimir com a terceira e final(?) parte da trilogia Bridget Jones. Em boa parte porque tive receio de dar adeus, e em outra por medo da decepção. Mas resolvi enfim deixar esse medo de lado e abraçar o saudosismo e reencontrar minha amiga Bridget para saber a quantas anda sua vida. E lá vamos nós…

 

O Bebê de Bridget Jones

Título original:  Bridget Jone’s Baby (2016)

Dirigido por: Sharon Maguire

Duração: 123 minutos
Gênero: Comédia , Romance
País de origem: Reino unido, Irlanda, França, Eua
Classificação: 12 anos

Sinopse: Bridget está focada em sua solteirice e em sua carreira quando descobre que está grávida. Após ter dormido com um desconhecido e com seu amor do passado, Mark, ela não sabe quem é o pai.


Escrivinhando sobre o filme:

Já começo agradecendo por não ter tido o mesmo tema do terceiro livro – não saberia lidar com a perda de Darcy, não aceitaria de forma alguma que ele partisse e não estivesse por perto. Pode torcer o nariz, eu não ligo, mas tenho um crush pelo Mark Darcy, assim como pelo Darcy personagem da Jane Austen e isso não é negociável. Dito isto, eu estava meio desconfiada de como seria um novo filme, como seria retornar a essa história que me parecia ter findado bem lá no segundo filme. E com os trailers e todas as resenhas que pularam na timeline e tanta gente falando, eu resolvi entrar na caverna e tentar escapar o quanto pude até finalmente criar a coragem de voltar ao universo Bridget.

Foi como rever uma velha amiga (sem trocadilhos), parceira de bons e maus momentos – desde aquela paixonite aguda ou de uma bela foça com pipoca e brigadeiro. Reencontrar toda a turma, ela, os amigos, pais, Mark… e esperar por algum vislumbre de Daniel… Valeu a espera, valeu o retorno. Ok, que o roteiro é bem previsível, mas gente, é a Bridget, não esperava muito além. Mas com boas mudanças, com aquela atualização que o amadurecer traz e fazendo graça com a idade, e com as referências.

Um filme divertido, leve e com aquele toque de romance para derreter o coração quando vem aquele dia da bad. Mas ainda tenho os dois primeiros como favoritos de longe – como ganhar daquelas disputas de pernas entre Daniel e Mark? Ou mesmo do suéter de natal de Jones e Darcy? Enfim, começou bem, no ritmo dos anteriores e vai ficando longo e quase passa a linha do tedioso, mas quem tem Emma Thompson e Colin Firth já me ganha até o final do filme alegremente.

Dica para aquele dia que você não sabe o que quer ver, mas quer algo leve, que te faça rir, com uma boa dose de nostalgia.


Trailer


 

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