Musicando com Secos & Molhados

Sou definitivamente o tipo de pessoa que vez ou sempre encontra uma vórtice de um assunto ou tema. E passo horas ou dias num fluxo dentro dessa temática até quase que enjoar, ou pelo menos até absorver o bastante por um bom tempo. Ultimamente isso vem acontecendo bastante no quesito música. escolho um artista, banda ou mesmo gênero e lá eu fico até não aguentar mais ouvir a mesma coisa. É quase um looping eterno por um tempo indeterminado.

Se isso é saudável ou mesmo ideal..não sei dizer ou provavelmente não, mas é assim que funciono e ao invés de lutar contra, eu entro de bom grado nesse fluxo, tirando dele o melhor possível e aproveitando ao máximo. Já tive minha longa “fase” de quase exclusivamente ouvir Depeche Mode, até saber todas as pausas de respiração do Dave e do Martin nas músicas. E pode ser bem aleatório e eclético o estilo, mas geralmente vão de músicas que já me agradavam ou que puxam significados especifícos. Já fui de Nando Reis, Cássia Eller, Zeca Baleiro, Rita Lee, The Cure, The Smiths, Depeche Mode, Marina and the diamond, Norah Jones, Imogem Heap, e por aí vai… Não necessariamente nesta ordem, claro.

Hoje em especial, é o dia de ouvir quase que somente Secos & Molhados – aquele obrigado especial ao Spotify por ter essas lindezas tão caras disponíveis para degustação em seu catálogo.

Sobre a banda:

Secos & Molhados foi um grupo vocal brasileiro da década de 1970 cuja formação clássica consistia de João Ricardo (vocais, violão e harmônica), Ney Matogrosso (vocais) e Gérson Conrad (vocais e violão). João havia criado o nome da banda sozinho em 1970 até juntar-se com as diferentes formações nos anos seguintes e prosseguir igualmente sozinho com o álbum Memória Velha (2000).

No começo, as apresentações ousadas, acrescidas de um figurino e uma maquiagem extravagantes, fizeram a banda ganhar imensa notoriedade e reconhecimento, sobretudo por canções como “O Vira“, “Sangue Latino“, “Assim Assado“, “Rosa de Hiroshima“, que misturam danças e canções do folclore português como o Vira com críticas à Ditadura Militar e a poesia de Cassiano Ricardo, Vinícius de Moraes, Oswald de Andrade, Fernando Pessoa, e João Apolinário, pai de João Ricardo, com um rock pesado inédito no país, o que a fez se tornar um dos maiores fenômenos musicais do Brasil da época e um dos mais aclamados pela crítica nos dias de hoje.

(Fonte Wikipédia)

Mais links:

Biografia da banda, site UOL.

Publicação sobre Secos & Molhados na Super Interessante

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