Moana – Um Mar de Aventuras

E como uma criança feliz, lá fomos nós ao cinema para conferir Moana e ver o que realmente tem feito as pessoas falarem e se encantarem com essa mais nova animação da Disney.

Moana – Um mar de aventuras

Título original:  Moana (2017)

Dirigido por: John Musker e Ron Clements

Duração: 1hora 53 minutos
Gênero: Animação, Família, Aventura
País de origem: Eua
Classificação: Livre

Sinopse: Moana Waialiki é uma corajosa jovem, filha do chefe de uma tribo na Oceania, vinda de uma longa linhagem de navegadores. Querendo descobrir mais sobre seu passado e ajudar a família, ela resolve partir em busca de seus ancestrais, habitantes de uma ilha mítica que ninguém sabe onde é. Acompanhada pelo lendário semideus Maui, Moana começa sua jornada em mar aberto, onde enfrenta terríveis criaturas marinhas e descobre histórias do submundo.


Escrivinhando sobre o filme:

Imagine uma animação tão bem feita que faz você ficar em choque…

Imaginou? Pois bem, assim é Moana!

Visualmente deslumbrante, com uma riqueza em detalhes que assombra. Texturas, movimentos, detalhes… tudo feito com tanta riqueza que eu mal podia acreditar. Voltei a me sentir criança, deslumbrada com tanta beleza. As músicas são lindas, as referências à cultura Maori, os Hakas, as danças são emocionantes.

A história, oque dizer? Personagem forte, carismática e que não depende de um interesse romântico para evoluir. Dessa vez a Disney acertou lindamente. Moana diverte e encanta, traz reflexões importantes, acrescenta.

Gosto das princesas clássicas, mesmo consciente de como elas representam alguns posicionamentos ultrapassados em relação à figura feminina e a posição dela na sociedade – frágil, dependente ou omissa. Desde Valente começou a mudar um pouco esse posicionamento, mesmo em enrolados há um pouco disso – ainda que em proporção menor. Mas Moana é a busca pelo auto conhecimento, reconhecimento de seu valor e a coletividade. Fala conosco em diversos níveis, por vários motivos. Ela é forte e delicada, estabanada e muito determinada, sem falar que mesmo assustada e temerosa busca sua força na estrutura familiar, no conceito de comunidade.

O interessante é que o questionamento do filme começou já na animação que precede o longa, desde ali eu já estava rendida e entregue.

Assista no cinema, vale muito o investimento. Seja com uma criança ou sozinho, você tem grande chance de se encantar também.


Trailer

 

O Bebê de Bridget Jones

Eu demorei, mas cá estou para me redimir com a terceira e final(?) parte da trilogia Bridget Jones. Em boa parte porque tive receio de dar adeus, e em outra por medo da decepção. Mas resolvi enfim deixar esse medo de lado e abraçar o saudosismo e reencontrar minha amiga Bridget para saber a quantas anda sua vida. E lá vamos nós…

 

O Bebê de Bridget Jones

Título original:  Bridget Jone’s Baby (2016)

Dirigido por: Sharon Maguire

Duração: 123 minutos
Gênero: Comédia , Romance
País de origem: Reino unido, Irlanda, França, Eua
Classificação: 12 anos

Sinopse: Bridget está focada em sua solteirice e em sua carreira quando descobre que está grávida. Após ter dormido com um desconhecido e com seu amor do passado, Mark, ela não sabe quem é o pai.


Escrivinhando sobre o filme:

Já começo agradecendo por não ter tido o mesmo tema do terceiro livro – não saberia lidar com a perda de Darcy, não aceitaria de forma alguma que ele partisse e não estivesse por perto. Pode torcer o nariz, eu não ligo, mas tenho um crush pelo Mark Darcy, assim como pelo Darcy personagem da Jane Austen e isso não é negociável. Dito isto, eu estava meio desconfiada de como seria um novo filme, como seria retornar a essa história que me parecia ter findado bem lá no segundo filme. E com os trailers e todas as resenhas que pularam na timeline e tanta gente falando, eu resolvi entrar na caverna e tentar escapar o quanto pude até finalmente criar a coragem de voltar ao universo Bridget.

Foi como rever uma velha amiga (sem trocadilhos), parceira de bons e maus momentos – desde aquela paixonite aguda ou de uma bela foça com pipoca e brigadeiro. Reencontrar toda a turma, ela, os amigos, pais, Mark… e esperar por algum vislumbre de Daniel… Valeu a espera, valeu o retorno. Ok, que o roteiro é bem previsível, mas gente, é a Bridget, não esperava muito além. Mas com boas mudanças, com aquela atualização que o amadurecer traz e fazendo graça com a idade, e com as referências.

Um filme divertido, leve e com aquele toque de romance para derreter o coração quando vem aquele dia da bad. Mas ainda tenho os dois primeiros como favoritos de longe – como ganhar daquelas disputas de pernas entre Daniel e Mark? Ou mesmo do suéter de natal de Jones e Darcy? Enfim, começou bem, no ritmo dos anteriores e vai ficando longo e quase passa a linha do tedioso, mas quem tem Emma Thompson e Colin Firth já me ganha até o final do filme alegremente.

Dica para aquele dia que você não sabe o que quer ver, mas quer algo leve, que te faça rir, com uma boa dose de nostalgia.


Trailer


 

JeruZalem (2015)

Tinha visto esse poster em algum lugar, achei que era um tipo de continuação aleatória do Guerra Mundial Z, mas passei longe, muito longe… Na verdade confesso que esse nem foi um dos motivos que me levou a assistir, foi um misto de curiosidade e insônia que a Netflix ajudou a preencher com mais um filme.

Jerusalém
Título original: JeruZalem (2015)

Dirigido por: Doron Paz e Yoav Paz

Duração: 87 minutos
Gênero: Terror
País de origem: Israel
Classificação: 18 anos

Sinopse: Duas meninas americanas de férias seguem um belo e misterioso estudante de antropologia em uma viagem para Jerusalém. A festa é interrompida quando o trio é apanhado no meio de um apocalipse bíblico. Presos entre as antigas muralhas da cidade santa, os três viajantes deve sobreviver tempo suficiente para encontrar uma saída enquanto a fúria do inferno é lançada sobre eles.


Talvez você conhecça:

Yael Grobglas (Jane the Virgem)


Escrivinhando sobre o filme:

Bom, o que dizer de um filme que não se espera nada, além de algo que ele não é. (como disse no começo, tinha pensado que era algo com o Guerra Mundial Z – muito por conta da grafia na capa/poster)

Começa com uma explicação religiosa paranormal em Jerusalém, que te deixa pensando que vai seguir algo do tipo, mas daí somos levados aos dias atuais, acompanhando duas jovens de viagem (filmado ao estilo diário de viagem, câmera de mão) e por uma paquera, elas deixam de ir para Tel Aviv para ir a Jerusalém. Daí as coisas vão acontecendo meio na correria, meio sem sentido, meio que só pra acabar logo.

Tem umas boas sacadas, tem locações lindas… mas falta liga, falta tanta coisa para que feche bonitinho. Confesso que um dos motivos de eu seguir vendo era a Yael Grobglas, que tem carisma, que segurou boa parte do filme. Porque no mais, sobra um misto de referências e de idéias que não se conversam direito.

Eu que não esperava nada de bom, tive umas boas surpresas – mas não vá esperando muito.

 


Trailer:

O último capítulo (2016)

Como não confiar numa produção NETFLIX, não é mesmo? Claro, depois de Jessica Jones, Demolidor, The Get Down, Stranger Things, entre outros… a gente fica mais que impressionando e meio que se rende. Mas depois lembra que ela pode errar também, basta lembrar de Fuller House (ok, é nostálgico, mas não deu).

A premissa é interessante e intrigante, então apostei que acertos eram maioria e corri para o sofá.

 

O último capítulo
Título original: I Am the Pretty Thing That Lives in the House (2016)

Dirigido por: Oz Perkins

Duração: 87 minutos
Gênero: Terror, Thriller
Páis de origem: EUA
Classificação: 12 anos

Sinopse: Lily (Ruth Wilson) é uma jovem enfermeira que se torna responsável por cuidar de uma reclusa escritora de terror, que decide viver o último capítulo do seu livro em uma casa do século XIX, local que guarda seus próprios segredos assustadores. No entanto, o que parecia ser apenas mais um trabalho qualquer, começa a se tornar um verdadeiro pesadelo para Lily.
Uma produção Original Netflix, estreou em outubro de 2016 no serviço de streaming.


Talvez você reconheça:

Ruth Wilson (Séries: Luther, The Affair)

 



Escrivinhando sobre o filme:

Como disse no início, a premissa é boa, chama a atenção por parecer que vai desenvolver um bom suspense com um pouco de terror.  Bom era o que eu pensava, já que o filme não foi bem por aí. Ritmo arrastado, personagens sem carisma, enredo lento e sem atrativos me fizeram ter dificuldade de chegar ao final, mas lá vamos nós não é mesmo?!

Ele cria uma tensão para algo que não vem, e um suspense que meio que não se resolve. Muita enrolação no meio de um plot que não se desenvolve. Não sou de reclamar de lentidão e essas coisas, mas dessa vez eu não me aguentei.


Trailer:

Listando filmes que queremos ver em 2017

Preparando para esse ano conseguir assistir tudo que eu quero, por que não fazer uma listinha básica!?
Ela pode ser ampliada a qualquer momento, sempre, na verdade – mas seguem apenas os lançamentos de 2017 que eu mal posso esperar para poder assistir:

Moana – Um mar de aventuras (5 de janeiro)

La La Land – Cantando as estações (19 de janeiro)

Estrelas além do tempo (19 de janeiro)

A torre negra (23 de fevereiro)

Jackie (23 de fevereiro)

Logan (2 de março)

A Bela e a Fera (16 de março)

Ghost in the Shell (30 de março)

Guardiões da Galáxia 2 (5 de maio)

Alien Covenant (19 de maio)

Mulher-Maravilha (13 de julho)

Homem Aranha – De volta ao lar (28 de julho)

Thor – Ragnarok (2 de novembro)

Liga da Justiça – Parte 1 (16 de novembro)

Star Wars – Episódio VIII (15 de dezembro)

 

E você? Quais filmes adicionaria na lista?!

Alguma dica?

Fale com a gente!

Primeira postagem do ano com muito a desejar

Um ano com mais filmes e séries para assistir, mais livros na lista de leitura (e lidos), mais músicas para conhecer ou apresentar, e sempre mais novidades por vir.

Ano novo começando e vamos que vamos com empolgação.

Haters Back Off

De tanto receber a indicação da Netflix por e-mail e na página principal, recebi dar uma chance e ver a tal Haters Back Off.

Uma série de televisão de comédia estrelada por Colleen Ballinger, que também criou a série juntamente com seu irmão Christopher Ballinger, e os showrunners Perry Rein e Gigi McCreery. A série foi lançado na Netflix em 14 de Outubro de 2016. Os oito episódios da série foram liberados simultaneamente. O show é “A primeira série criada por um Youtuber.”

 

Sinopse

A série acompanha a desfuncional vida familiar de Miranda Sings, que busca pela fama com a ajuda de seu tio. Miranda é uma estrela sem nenhum talento, mas com muita confiança em si própria e que acredita firmemente que nasceu famosa, mas ninguém mais sabe disso.


Sobre a série

Imagina uma coisa ruim, mas que tem momentos que parece que vai melhorar e quase chega a ter um toque de graça, ou um certo toque de emoção quando você vê os personagens deixando o nonsense de lado e se tornando reais, evoluindo. Mas aí depois ela volta a ser ruim de novo e você fica nessa pelo menos umas 3 a 4 vezes por episódio. Tem seus momentos, mas eu confesso que são bem poucos.

Ainda estou tentando entender como eu consegui me forçar até o final – não foi fácil, mas eu precisei terminar para poder decidir escrever. Não indico, pois eu realmente não sei o que senti, foi um misto de confusão, pena e ódio.

Pelo menos ao final de tudo, fica ali uma pequena sensação de “vendeta” em relação à relação abusiva que Miranda cria com as pessoas que cercam, mas saber que isso levou 8 episódios para acontecer, com cerca de 30 minutos cada, foi meio desnecessário, doloroso e triste. Ok, que alguns personagens precisaram desse tempo para evoluir um pouco a ponto de chegarem ao ponto do último episódio. Eu entendo que a graça residiria em satirizar certos comportamentos narcisistas, egoístas ou mesmo um tanto infantis que vemos repetidamente em várias pessoas, mas ainda assim, foi sofrível chegar ao fim.

A princípio me lembrou um pouco como me senti em relação à Chewing Gum, mas é diferença é que mesmo desconfortável em alguns (vários) momentos ainda assim eu consegui rir e me relacionar melhor com os personagens lá. Enquanto aqui em Haters Back Off eu apenas sofri.

Se tiver a curiosidade de se arriscar, boa sorte, mas eu passo longe.

Despertar dos mortos (2011)

E entre tantas noites de insônia ou buscando algo para assistir em vão, resolvi ceder à esse título que vez ou outra voltava a aparecer como indicação nas listas de recomendação. Claro que não é a escolha mais óbvia ou mesmo a mais adequada para noites de dificuldade com o sono, visto que não relaxa, não acalma, mas ainda assim distrai bastante. E afinal, por que buscar o óbvio quando ele já não funciona mais?

Uma promessa de um filme simples, com uma temática já meio que clássica no campo do terror – confesso que me lembrou um pouco aquela premissa de Cemitério Maldito (1989), mas foi apenas como referência ao ler a sinopse e a questão da perda de uma criança e a busca pelo retorno. Vamos para algumas informações do filme:

Despertar dos mortos
Título original: Wake Wood (2011)

Dirigido por: David Keating

Duração: 90 minutos
Gênero: Drama, Suspense, Terror
País de origem: Irlanda, Reino Unido
Classificação: 16 anos

Sinopse: O veterinário Patrick (Aidan Gillen) e a farmacêutica Louise (Eva Birthistle) perdem a sua única filha, Alice (Ella Connolly). Ainda em luto, eles se mudam para a remota cidade de Wake Wood. Ao saber do ocorrido, o líder do vilarejo (Timothy Spall) lhes oferece para fazer um ritual pagão que trará sua filha de volta por três dias, para que eles possam se despedir propriamente. Eles aceitam, mas quando chega a hora de enterrar Alice novamente, hesitam. Só que conforme o tempo passa, a menina começa a se comportar de forma estranha.


Talvez você vá reconhecer:

Aidan Gillen (Série: GOT)
Timothy Spall (Filme: Harry Potter, Sweeney Todd, Sr. Turner)
Eva Birthistle (Filme: Brooklyn)


Escrivinhando sobre o filme:

O filme pode não ser uma maravilha do terror, mas cria bons momentos de suspense e tensão.  Consegue entregar, mesmo sem muito tempo de tela, a relação amorosa entre os pais e a filha, gerando uma empatia pela dor e intensões meio duvidosas do casal em aceitar entrar nesta situação para ter o tão desejado retorno de sua única filha. Fica fácil se relacionar a essa dor, e ao que leva aos erros cometidos para conseguir o objetivo. Mas desde o início fica claro que algo dará imensamente errado, e que não terá volta.

Uma produção que foge dos mega efeitos, usa de efeitos práticos simples e bem feitos. O roteiro tem alguns furos – a facilidade de um casal arrombar o cemitério e violar a lápide de sua filha é algo impressionante, mas no geral passa e não dói tanto assim ao assistir e encontrar alguns furinhos que podem ser contornados com uma dose de suspensão de descrença básica – como o fato de uma sociedade pequena e afastada, com segredos como este, confiariam em pessoas de fora assim tão facilmente e por receber os serviços de um veterinário de forma integral e irrestrita em troca. Mas assim, novamente, quem sou eu para julgar essa lógica sem lógica alguma, eu aceito e embarco para ver até onde vai – já que às vezes o trajeto é melhor do que o destino final.

 

 

Gostou da dica? Ou já assistiu e quer compartilhar sua opinião? Ou se quiser indicar mais temas para que a gente publique por aqui, é simples – Deixe um comentário logo abaixo, ou fale com a gente pelo nosso e-mail (contato@boxofme.com.br)!

 

Gilmore Girls – Revisitar e Reviver

Depois de uma saga de imersão para completar minha longínqua maratona de Gilmore Girls de forma cronológica, com a cereja do bolo que seria a Temporada Especial do Netflix, vem a sensação mista de descoberta e vazio. Ter passado por toda a jornada das Gilmore, acompanhado e revisto os “dramas” mais com cara de pobre menina rica, numa cidade bucólica em que nada acontece.

Mas voltar depois de tantos anos, foi mais um exercício de reflexão do que eu poderia ter imaginado ao iniciar esse retorno. A questão do pondo de vista foi uma brincadeira de idas e vindas. Anteriormente eu tinha muito mais a referência da Rory, eu tinha a mesma idade, um pouco das mesmas dúvidas e planos de listar e calcular como tudo seria num futuro planejado, ou mesmo no que relaciona ao fator da amizade dela com a Lane, relação com a mãe. E hoje consegui me relacionar mais com o ponto de vista Lorelai – mesmo não tendo atingido o patamar pai/mãe no ciclo da vida. Mas independente disso, acho que puder repensar alguns pontos e ver por outros ângulos. E eis que descobrimos que uma das melhores partes de crescer é mudar e aprender a mudar sempre. E no fim, valeu a viagem.

Agora sobre a temporada especial revival do Netflix Gilmore Girls: A Year In The Life (Gilmore Girls: Um Ano Para Recordar), aí é preciso conversar um pouco sobre esses 4 episódios de aproximadamente 1h38min cada. Eu confesso que dei uns vários passos para trás, não li ou busquei informações sobre temas, boatos e até quem tinha confirmado do elenco. Ainda reflito se foi uma boa escolha, porque ainda assim o monstro da expectativa se formou, retroalimentou e ficou gigante. Esperava muito, e mesmo que os episódios tentassem, não respondiam ao que eu imaginado. Claro que eu não esperava algo inovador, algo fora da curva ou que fosse explodir cabeças por todos os lados. Dito isto, e apesar disto, ainda assim houve decepção.

A correria e os pulos meio doidos de tempo nas viagens da Rory para Londres – que eu deixeis de lado depois de um tempo como se fosse uma coisa meio Glória Perez e suas viagens a jato Brasil/Marrocos. Eu aceitei isso e segui, assim como aceitei boa parte das entradas desnecessárias em piadas sem graça ou com mero cunho nostálgico mas que em nada acrescentaram à trama ou à evolução dos personagens. Eu entendo que foi intencional em boa parte como um presente ou homenagem aos fãs da série que esperaram por 9 anos por esse momento. Mas ainda assim foi um pouco triste.

Momentos emocionantes valeram o revival, como a despedida ao Richard e a ligação de Lorelai para a mãe; a primeira cena de Lor e Rory juntas; o reencontro com Sookie; entre vários outros claro, mas esses três foram os meus favoritos.

Fora a expectativa não alcançada, e o misto de nostalgia e saudosismo, foi uma boa experiência no final das contas.

 

Elis – e o salto no tempo

Depois de ver teaser, trailer, entrevistas em tudo que é programa, site e canal… lá fomos nós assistir ao filme Elis, ainda em cartaz nos cinemas.  A caracterização e muitos pontos positivos presentes, mas eu ainda não sei o que dizer direito. Ficou uma sensação mista de ter gostado e a sensação de que algo estava fora do lugar. A Andréia Horta de Elis ficou além de incrível, ela entrou com tanta força, delicadeza e entrega no personagem. Em alguns momentos chega a arrepiar a semelhança e como ela encarnou a Elis.

Mas nem só disso pode viver o filme, e isso sozinho não segurou essa barra. O ritmo do filme parece meio lento e massante, e ao mesmo tempo são saltos desconexos que simplesmente te deixam meio desnorteado. Ficou solto, estranho, confuso. E olha que mesmo minha mãe que viveu a época achou isso e estranhou essa coisa meio doida.

Me deu uma impressão de que eles tinham muito material, cortaram algumas partes meio que a esmo para encurtar para um tamanho de filme. E depois vem uma série, micro série ou algo do tipo para usar tudo que não coube no tal filme. Não vou dizer que a idéia é ruim ou errada, mas vira uma coisa meio chata que gera uma leve decepção com o resultado final.

Enfim, não é que não valha a pena assistir, mas é que não é bem o que parece prometer. Mas acho que no final é algo que vai depender de cada um, e pode valer o teste.

 

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