Deu na Caixola #2 – “Isso é tão Black Mirror!”

 

Neste episódio Claudia e Rafael conversam sobre a série Black Mirror. Um papo descontraído apresentando a série, comentando episódio a episódio, falando besteira e com dicas de coisas interessantes. 
Que tal embarcar nessa viajem que é Black Mirror, nesse podcast que você sabe que atrasa, mas não falha?!

Por enquanto em doses mensais, se tudo der certo. Mas com muita sorte, a frequência aumenta.

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Link das dicas:

 

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Homens, Mulheres e Filhos

Um filme que estava entre o não querer ver, não entender e não saber o que pensar, mas que que no final eu quis indicar para meio mundo ver também, sem palavras e em pura reflexão  dos caminhos que levam essa nossa vida corrida e conectada na virtualidade e quase desconectada da realidade humana.

Calma, não surtei ainda, mas vale a reflexão que o filme propõe. (mais…)

Séries Coreanas – Doramas para suspirar

De uns tempos para cá, além de consumir mais séries que filmes eu tenho buscado séries com episódios mais curtos para intercalar com aquelas longas (seja na quantidade ou na duração de cada episódio). Além disso, dá para aproveitar aquele tempo curto que aparece entre uma tarefa ou compromisso, sem ficar picotando em partes ou ficar “presa” até acabar. Claro que alguns seriados, com seus episódios de 50 minutos ou mais ainda tem espaço, mas esses eu reservo para ver com calma. Separo um dia/noite da semana e aplico o ritual de sentar em frente à tv e assistir completo (evitando pausas). Mas às vezes aquela vontade de algo leve e descompromissado bate, e é sempre bom contar com aquela série de 20 minutos ou menos – sim, eu encontrei séries com menos.

Daí, e de muitas indicações da Senhora Netflix, eu conheci o mundo das séries Coreanas. Pois é, e meio que escolhendo por duração, antes mesmo de ver a sinopse engatei em algumas coisas que me fizeram questionar minha sanidade a princípio, mas que depois eu consegui desencanar e aceitar que era diferente e ok. Não sei os títulos originais, só como apareciam na Netflix, então se estiver errado, não me julguem.

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Tudo começou com Noble, My Love. Meio dramédia, leve e quase bobinha, apenas 1 temporada com 20 episódios numa média de 15 minutos cada – alguns tem menos. Vou confessar que eu não sei como consegui chegar ao fim, mas quando cheguei já estava ok com as atuações acima do exagero normal. Eu achei um mix de Orgulho e Preconceito + Cinquenta tons de cinza (super hiper light) + Crepúsculo (só na idealização do afeto exagerado) e algumas outras coisas que que não consigo identificar. Mas assim, para desopilar o fígado e abstrair do mundo entre uma tarefa e outra, vale. Passa rapidamente e de forma quase indolor – é só esquecer o senso crítico um pouco e relaxar. (Sim eu meio que me segurei ao ver alguns comportamentos super errados, muitos machistas, muitos obsessivos, questionando minha racionalidade de estar ali…)

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E depois dessa leveza toda acabar eu fiquei curiosa com séries do gênero e cacei outras. Sempre levando em conta a duração dos episódios para manter essa vide sem compromisso suave. Depois de uma indicação da Netflix (novamente) e do aplicativo de séries que resolvi testar – o TVShow Time – encontrei a 9 Seconds – Eternal Time.

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 Estrelado por Lee Joo Seung e Na Hae Ryung.

Num encontro do acaso na vizinhança de um estúdio fotográfico, Yoo So Ra (Na Hae Ryung ) e Kang Yoo Chan (Lee Joo Seung) desenvolvem um romance de fotografia perfeita com a ajuda de uma câmara mágica que pode congelar o tempo.

Muito melhor em relação à enredo e atuações. Uma história curta e emocionante. Você pode não notar, mas ninjas cortadores de cebola espreitam você a cada episódio.

Eu recomendo, são 5 episódios de em média 13 minutos cada. E não tem enrosco para encontrar, tem lá no Netflix, e em sites de séries Coreanas. Vale além da história, pela estética muito bem elaborada, imagens lindas, tecnologia de ponta para o padrão de séries…

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Por hoje vou deixando essas duas aqui como exemplos. Ambas estão lá no Netflix, e vale pela curiosidade de conhecer produções diferentes e curtinhas. E sim, depois o meu catálogo ficou com vária indicações diferentes e de séries semelhantes. Essa curtinhas valem para o horário do almoço, aquela espera básica…

Espero que goste da indicação.

Se conhece mais títulos, indica aqui nos comentários,  vai ser legal compartilhar e quem sabe depois a gente não faz postagem ou mesmo um podcast sobre o tema.

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Deu na Caixola – Episódio Piloto – Footloose

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Nesse episódio piloto, Claudia Poulain e Rafael Pedago conversam sobre o filme clássico dos anos 80, FOOTLOOSE.
Um clássico da sessão da tarde revisto nos dias de hoje.
Será que ele passa pela regra dos 15 anos? E se faz ou não sentido?

Venha ouvir e fazer parte dessa conversa.

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Musicando com Secos & Molhados

Sou definitivamente o tipo de pessoa que vez ou sempre encontra uma vórtice de um assunto ou tema. E passo horas ou dias num fluxo dentro dessa temática até quase que enjoar, ou pelo menos até absorver o bastante por um bom tempo. Ultimamente isso vem acontecendo bastante no quesito música. escolho um artista, banda ou mesmo gênero e lá eu fico até não aguentar mais ouvir a mesma coisa. É quase um looping eterno por um tempo indeterminado.

Se isso é saudável ou mesmo ideal..não sei dizer ou provavelmente não, mas é assim que funciono e ao invés de lutar contra, eu entro de bom grado nesse fluxo, tirando dele o melhor possível e aproveitando ao máximo. Já tive minha longa “fase” de quase exclusivamente ouvir Depeche Mode, até saber todas as pausas de respiração do Dave e do Martin nas músicas. E pode ser bem aleatório e eclético o estilo, mas geralmente vão de músicas que já me agradavam ou que puxam significados especifícos. Já fui de Nando Reis, Cássia Eller, Zeca Baleiro, Rita Lee, The Cure, The Smiths, Depeche Mode, Marina and the diamond, Norah Jones, Imogem Heap, e por aí vai… Não necessariamente nesta ordem, claro.

Hoje em especial, é o dia de ouvir quase que somente Secos & Molhados – aquele obrigado especial ao Spotify por ter essas lindezas tão caras disponíveis para degustação em seu catálogo.

Sobre a banda:

Secos & Molhados foi um grupo vocal brasileiro da década de 1970 cuja formação clássica consistia de João Ricardo (vocais, violão e harmônica), Ney Matogrosso (vocais) e Gérson Conrad (vocais e violão). João havia criado o nome da banda sozinho em 1970 até juntar-se com as diferentes formações nos anos seguintes e prosseguir igualmente sozinho com o álbum Memória Velha (2000).

No começo, as apresentações ousadas, acrescidas de um figurino e uma maquiagem extravagantes, fizeram a banda ganhar imensa notoriedade e reconhecimento, sobretudo por canções como “O Vira“, “Sangue Latino“, “Assim Assado“, “Rosa de Hiroshima“, que misturam danças e canções do folclore português como o Vira com críticas à Ditadura Militar e a poesia de Cassiano Ricardo, Vinícius de Moraes, Oswald de Andrade, Fernando Pessoa, e João Apolinário, pai de João Ricardo, com um rock pesado inédito no país, o que a fez se tornar um dos maiores fenômenos musicais do Brasil da época e um dos mais aclamados pela crítica nos dias de hoje.

(Fonte Wikipédia)

Mais links:

Biografia da banda, site UOL.

Publicação sobre Secos & Molhados na Super Interessante

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Questão de tempo (About Time) (2013)

Um dia, em algum momento, nos perguntamos o que teria acontecido se… Ou mesmo aquele desejo de ter mudado algo, revivido um momento específico e ter dado a ele um outro valor, um outro rumo.

Um questionamento banal,  visto que não podemos mudar o que já aconteceu. E as nossas idéias do que seria diferente não abrangem todo o apanhado de mudanças que aconteceriam. Mas ainda assim, quem de nós nunca imaginou como seria poder fazer isso. E quantos momentos gostaríamos de mudar ou reviver… ou simplesmente, ter uma nova chance de melhorar, de ressignificar… (mais…)

Top 7 – filmes para se esquecer

Brincando de fazer umas listas, mas indo além de falar dos favoritos ou dos menos queridos… vou começar com uma lista de filmes que eu ainda não sei porque resolvi ver, mas nada de guilty pleasure ou de filme que eu me arrependo de ter visto. É filme nível esquecer que viu mesmo.

Por pior que tenha sido, a gente guarda algo, lembra que era ruim por um motivo ou que algo até se salvava… Mas acontece de algumas vezes nem isso rolar e só restar aquela sensação de culpa, misturada com uma vergonha e daí vai para o limbo da memória. E olha que eu sou assumidamente consumidora de coisas trash, mas tem alguns que nem se aplicam nisso, alguns só são ruins e ponto.

Vamos chamar de “Filmes esquecidos”. E eu confesso que muitos eu só lembro porque eu já tinha marcado no Filmow. Vamos ao top 7: (mais…)

Dica de filmes: O Clube das Desquitadas / The First Wives Club (1996)

Um filme que junta as divas das comédias e comédias românticas dos anos 80 e 90. Minhas divas, pelo menos, que esbanjam beleza, simpatia e muito talento. E um filme na linha das mulheres descobrirem seu poder e sua força …de um empoderamento que não tem hora ou idade…e sim força de vontade. Eu uso referências desse filme até hoje, assim como de tantos outros. Adoro ver e rever, por isso segue como dica! (mais…)

Magia além das palavras – A história de J.K. Rowling (2011)

Eu já tinha assistido, mas vi esses dia que estava disponível no Netflix. Então pensei em indicar por aqui. Já avisando que é bem a linha Movies For Tv, mas ainda assim pode ser legal. Afinal, a gente acaba assistindo cada tranqueira que precisa aprender a ver de tudo e com menos preconceito. (mais…)

Águas Rasas (2016)

Algumas vezes escolhemos filmes sem saber o que esperar, sabendo muito pouco, lendo menos ainda. Parece estranho em tempos de ultra conectividade, mas pode resultar em boas descobertas com baixo grau de decepção. Cobrar menos do que vamos ver, por não saber direito o que esperar ou com o que comparar. É difícil fugir de comentários, até de spoilers, mas pode valer o esforço. E esse filme vale o esforço de ver nas telonas – corre que acho que ainda da tempo.

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