Sessão pipoca – Como enlouquecer seu chefe

Sabe um filme que de tempos em tempos a gente resgata do fundo do baú para rever? Pois nem sempre ele é seu favorito ou coisa do gênero, mas é um filme que fala com você de alguma maneira e que justamente consegue te fazer refletir sobre alguns pontos da vida.
As vezes o bom de rever esse filme é que ele pode mudar o efeito, importância ou mesmo o ponto de vista a cada época.
Ok, sei que a prolixidade deve estar tomando conta do texto, mas se eu exemplificar talvez ajude, não é mesmo?! (mais…)

Assistindo e me rendendo a Modern Family

Série mega premiada, mas que por motivos de canal a cabo e seus horários eu raramente pude acompanhar – sempre tive problemas com essas questões de ter que estar em tal hora e em tal canal. Mas graças ao Netflix, pude reparar essa falta…rs (mais…)

Como eu era antes de você

Tem fases em que a gente busca livros de um certo tipo, ou um tipo de autor e seus similares, e então muitos de nós entra numa espécie de vórtice. Não sei se você também faz assim, mas sofro lindamente da síndrome do vórtice. Ela serve para quase tudo na verdade, como livros, autores, filmes, séries, e toda e qualquer outra coisa que possa ser colocada numa categoria.
Faz um tempo eu entrei no vórtice de livros de romances leves, daí descobri a Marian Keyes e não foi uma fase bem longuinha desse gênero, ainda mais depois de alguns livros de terror e George R R Martin.
E depois veio a curiosidade por uma autora que estava em todas as prateleiras por onde eu passava e com um nome bem curiosamente fofo, Jojo Moyes, e me rendi ao “Como eu era antes de você”. Vou aproveitar para falar dele por conta do filme que está para sair. (mais…)

Filme: Chef

61761-71Gostar de comida já faz parte da rotina de muitos nós, mas além disso fazer dela uma arte e uma profissão é coisa de Chef. E assim se chama o filme do qual vamos conversar hoje. Jon Favreau dirige o longa e também atua como protagonista dessa produção que é simples e quase independente. Temos algumas presenças conhecidas das grande telas como Dustin Hoffman, Scarlett Johansonn, Robert Downey Jr., John Leguizamo e a minha querida Sofia Vergara. (mais…)

Documentário: AMY

Eu não conhecia muito da carreira ou vida conturbada de Amy, pelo menos nada muito além do que estava constantemente estampado em  manchetes ou programas de fofoca com as fotos que anunciavam um possível fim trágico de uma jovem e talentosa artista.  Justamente pelo grande furdúncio após sua morte, eu evitei por um tempo ver documentários póstumos até por que eles pareciam mais se tratar de oportunismo do que outra coisa.amy2

Com a chegada do documentário ao Netflix, eu deixei de procrastinar e finalmente fui assistir. Daí a procrastinação ficou para escrever, já que leva um tempo para digerir um pouco como nós (generalizando total e completamente) nos alimentamos das imagens e das piores histórias das outras pessoas e essa nossa mania de consumir desgraça e regojizar do drama e tristeza alheia – sei que tudo isso forma um mesmo bloco de coisas… Mas AMY traz um relato muito bem estruturado e muito delicado de como era a Amy que não conhecemos e como o mundo mudou para ela por conta do sucesso.

Construído com a narrativa de suas letras (mais…)

Documentário – India’s Daughter

Além de suspenses e comédias, ou aquele terror trash que é ruim mas adoramos ver… Existe a necessidade de ver a seriedade das coisas, e para isso temos documentários para trazer luz a alguns assuntos que costumam ficar escondidos. Entre tantos assuntos, com tanta conversa que tenho ouvido e lido sobre gênero e de que como mesmo em pleno 2015/2016 estamos à mercê de conceitos tão absurdos e machistas, resolvi criar coragem e finalmente ver o documentário India’s Daughter. Digo “criar coragem”, pois apesar de já ter visto sobre o caso nos noticiários, mas devido à brutalidade do caso eu estava receosa de assistir por conta da abordagem, mas fui surpreendida. Sim, é forte e de cortar o coração quando são relatados os detalhes do que aconteceu.

Ao conhecer os pais da jovem Jyoti Singh já me senti arrebatada de uma dor e um sentimento que não sei nomear. A superação desta família desde a criação e empoderação desta jovem estudante de medicina que ousou sonhar, e pais que abriram mão de conceitos tradicionais e investiram no estudo e na futura carreira de uma filha mesmo quando outros diziam que era absurdo. Ver a comoção que o caso teve e de como a cultura local é tão contraditória quando diz que a mulher é como uma flor e quase a coloca em um pedestal e ao mesmo tempo desumaniza e desvaloriza a imagem da mulher como sendo inferior ao homem em tantos sentidos. Ouvir dos próprios advogados – pessoas estudadas que têm o conhecimento da lei – que a mulher é tão ou mais culpada pelo estupro que o homem. Que as mulheres se deixam levar pelos filmes e pensam que podem fazer coisas que elas não podem, pois a cultura deles está correta e as mulheres não têm espaço. Ver e ouvir isso choca, assim como o fato dos culpados não demonstrarem nenhum remorso, e ainda que eles estavam ensinando uma lição para que ela aprendesse seu lugar e que deveria ter aceitado e se mantido em silêncio. (mais…)

A arte de querer muito, e os Toys colecionáveis

Estava eu passeando pelo mundo de links das internets e facebooks da vida, quando me deparo com mais uma tentação ao bolso que com certeza ficariam lindas na minha estante/prateleira ainda inexistentes. Mas que por motivos de claros de falta de dinheiros só me fazem querer hibernar para não sofrer com mais coisas que eu quero consumir descaradamente mas que não posso. Sim, é consumismo. Sim, é brinquedo – mas posso usar a desculpa de ser algo colecionável. E sim, é mais coisa para juntar pó e ter o trabalho de limpar… mas afinal, quem liga para isso não é mesmo?

Uma linha de bonecos de vinil da Evil Corp que só tem alguns dos personagens mais bacanudos e queridos. Segue alguns dos que eu gostaria loucamente de estocar.

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Um pouco sobre CREED – Nascido para lutar

Fui assistir com alguma reserva ao filme CREED – Nascido para lutar no cinema, foi um passeio interessante junto aos meus pais, que conhecem o meu carinho pela saga Rocky desde muito pequena.Na verdade nem eu me lembro direito como ou quando foi a primeira vez que vi pela primeira vez, mas desde então foi um amor muito passional pela saga e os personagens. Assim também começou minha admiração pelo Sylvester Stallone (Sly) e os filmes de brucutus e atores do gênero. Provavelmente eu não possa ser muito imparcial na minha avaliação do filme, mas posso tentar expor mais do que só a minha paixão. E devo dizer a grata surpresa que tivemos, e a emoção singular de revisitar o universo Rocky, visto de outro ângulo e com outro enfoque.

Eu já tinha me emocionado com o encerramento da saga Rocky nos cinemas com o filme Rocky Balboa, o sexto e último filme. Achei muito digno o encerramento e tantas emoções que se misturam para quem acompanhou e sofreu junto, sem falar que para os que conhecem a carreira de Sly sabem que o Rocky é quase uma representação dele mesmo, em seus altos e baixos. Ter ido ver no cinema, sendo a primeira ver que tive a oportunidade de ver um filme Rocky no cinema já foi outro fator de emoção para a despedida.

Mas agora veio CREED – Nascido para lutar, e antes dos trailers e todas as informações oficiais eu estava muito na dúvida se iria gostar. Quando os materiais foram liberados eu dei só uma olhada de leve mas ainda incrédula de como aquilo poderia funcionar. Fugi um pouco dos trailers, um pouco não, eu só vi as chamadas que passaram na televisão aberta quando não conseguia evitar. Com medo de ver o que estaria por vir. Mas daí eu fui surpreendida com a premiação do Sly no Globo de Ouro e então eu fui quase sugada pela necessidade de conferir o trabalho. Até porque estava lendo e ouvindo muitas pessoas falando bem. Pois então lá fomos para o cinema conferir.

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Relacionamento com séries de longas a longo prazo

Em relação ao hype de How I Met Your Mother, confesso que perdi. Seja por motivos de não ter acompanhado desde o começo, ou por quando eu finalmente entender e ver mais sobre a série ela já estar em seu fim. Daí que demorei, e um dia, sei lá o motivo que não lembro mais, começamos a ver um episódio aleatório na tv a cabo e depois veio a aparecer na lista de recomendações do nosso amigo streaming de vídeos (no caso o bom e velho amigo Netflix). Pelo menos assim conseguiríamos ver em ordem cronológica desde o começo, porque no canal Sony só passavam os da sétima temporada pra frente.

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Maratonando Z Nation

Um momento que o excesso de pensamentos e muitas dúvidas existenciais te assolam e você fica meio perdido no caos da vida rotineira, é interessante entrar numa pequena vórtice de aleatoriedade que as séries nos oferecem. Um pouco vasto esse caminho, e podemos ceder à tentação de seguir às tendências do momento, indicações de amigos, temas específicos ou mesmo algo  bem aleatório de acordo com os padrões de coisas trash que costumamos seguir. Nesse caminho eu tento seguir um pouco de cada opção citada, mas uma das minhas tentativas aleatórias foi bem interessante, tanto na descoberta quanto na surpresa de que algo tão tosco pode vir a ser tão interessante e digno de maratona básica.

Lá fui eu, embarcando no mundo desconhecido da séries do SyFy e pegando carona na série Z Nation, que agora já tem as duas primeiras temporadas disponíveis no Netflix. A 1ª temporada é de 2014 e é composta por 13 episódios, já a 2ª temporada é de 2015 e é composta de 15 episódios com aproximadamente 40 minutos cada. A série foi renovada para a 3ª temporada em 2016.

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