Revendo – Gilmore Girls

Um desabafo sobre voltar a assistir a série Gilmore Girls.

Voltei a assistir Gilmore Girls, meio que onda da animação geral das pessoas com a nova temporada pelo Netflix. Eu tinha acompanhado muito pouco na época da série, e geralmente através do SBT porque eu não tinha tv a cabo naquela época. Mas os horários e a programação não me ajudaram muito a ser uma espectadora assídua.

Lembro de alguns poucos episódios, com um certo carinho, mas nada muito impressionante. Achava muito legal a relação entre mães e filhas e as diferenças dessas relações nos núcleos familiares – como a relação de Lorelay e Rory era próxima, enquanto havia quase um abismo entre Lorelay e sua mãe; ou mesmo a relação da melhor amiga de Rory e sua mãe tradicional e as diferenças culturais e de gerações. Mas por vários fatores, um deles possivelmente a minha idade na época, eu não me liguei muito à série e deixei passar.

Bom, mas isso foi só para introduzir meu desprendimento emocional e a quase falta de entusiasmo (até o momento) com a nova temporada, pelo menos não a mesma que os antigos fãs da série. Mas apesar dessa minha passividade sobre o assunto, preciso dizer que ao começar a rever a série, me deparei com uma sensação de familiaridade, quase entre o conforto e a intimidade.

Estou recomeçando a jornada Gilmore, literalmente. E o interessante é poder ter um outro olhar ao rever a série, um pouco mais maduro, com mais bagagem emocional. É como ressignificar coisas que antes passariam desapercebidas, com outros valores. Esse exercício de retomar algum livro, série, filme, música ou qualquer que seja o foco, é interessante para refletir, trabalhar essa nossa dualidade do olhar, revisitar.

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