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The Crown

SResultado de imagem para antes tardis do que nuncaalvo da piadinha/trocadilho em referência a um certo elemento dessa série e sua relação ao universo Whoviam, eu ainda assim devo prevenir que lá vem… e já me desculpe desde já, pois eu avisei antes.

Demorou mas…

Trocadilho feito, segue o fluxo que tem mais que isso.

Demorei, enrolei, foram meses de séries paradas e de problemas acumulados. Ok, vida que segue, então vamos ao que realmente interessa!

 

 

 

 

THE CROWN

Série que relata acontecimentos históricos e passagens da coroação e vida da Rainha Elizabeth II, com as coisas que adoramos – drama, intrigas, segredos, e claro que muito sotaque britânico e figurinos e reconstruções históricas de tirar o folego.

Claro que nem tudo ali pode ser visto como real – tem embasamento histórico, mas também tem a dramatização e a licença poética.

Eu sou do tipo de pessoa que quando assiste algo com referências históricas, busca fotos e informações da época para dar uma comparada e tentar descobrir um pouco mais do que está na telinha. Então foi bem divertido e revelador.

E claro que depois entrei no vórtice e fui buscar outras obras com temática parecida, logo menos tem post sobre isso.

Sinopse:

A série original Netflix The Crown foca na rainha Elizabeth II enquanto uma jovem recém-casada de 25 anos de idade e com a responsabilidade de liderar a monarquia mais famosa do mundo, enquanto cria uma relação com o lendário primeiro ministro Winston Churchill.

Trailer:

 

Quando percebi já tinha assistido a temporada de uma vez, e ficou aquele vazio de querer mais. Não só pela história e pelo drama, mas pela riqueza de detalhes e de informações dessa série. É muito rica em detalhes históricos, reconstruir não só o período histórico, mas a semelhança de alguns atores com as figura reais. Deixa um misto de glamour e um pouco de acidez da realidade e de como as coisas influenciaram fatos mais recentes, talvez seja um pouco de viagem minha, mas eu consigo fazer um paralelo com algumas posições da monarca naquele contexto e posteriormente com os fatos envolvendo escândalos envolvendo Charles e Diana, por exemplo. Juntando isso com o filme A Rainha (com Helen Mirren) e outras produções, a figura da monarca Elizabeth II fica mais humana e passível de dúvidas e questionamentos.

 

E como fica depois de devorar uma temporada rápidão? Lá vem a espera pela segunda temporada que chega 08 de dezembro!

Teaser 2ª Temporada:

 

Ansioso também?!

 

Elis – e o salto no tempo

Depois de ver teaser, trailer, entrevistas em tudo que é programa, site e canal… lá fomos nós assistir ao filme Elis, ainda em cartaz nos cinemas.  A caracterização e muitos pontos positivos presentes, mas eu ainda não sei o que dizer direito. Ficou uma sensação mista de ter gostado e a sensação de que algo estava fora do lugar. A Andréia Horta de Elis ficou além de incrível, ela entrou com tanta força, delicadeza e entrega no personagem. Em alguns momentos chega a arrepiar a semelhança e como ela encarnou a Elis.

Mas nem só disso pode viver o filme, e isso sozinho não segurou essa barra. O ritmo do filme parece meio lento e massante, e ao mesmo tempo são saltos desconexos que simplesmente te deixam meio desnorteado. Ficou solto, estranho, confuso. E olha que mesmo minha mãe que viveu a época achou isso e estranhou essa coisa meio doida.

Me deu uma impressão de que eles tinham muito material, cortaram algumas partes meio que a esmo para encurtar para um tamanho de filme. E depois vem uma série, micro série ou algo do tipo para usar tudo que não coube no tal filme. Não vou dizer que a idéia é ruim ou errada, mas vira uma coisa meio chata que gera uma leve decepção com o resultado final.

Enfim, não é que não valha a pena assistir, mas é que não é bem o que parece prometer. Mas acho que no final é algo que vai depender de cada um, e pode valer o teste.

 

Musicando com Secos & Molhados

Sou definitivamente o tipo de pessoa que vez ou sempre encontra uma vórtice de um assunto ou tema. E passo horas ou dias num fluxo dentro dessa temática até quase que enjoar, ou pelo menos até absorver o bastante por um bom tempo. Ultimamente isso vem acontecendo bastante no quesito música. escolho um artista, banda ou mesmo gênero e lá eu fico até não aguentar mais ouvir a mesma coisa. É quase um looping eterno por um tempo indeterminado.

Se isso é saudável ou mesmo ideal..não sei dizer ou provavelmente não, mas é assim que funciono e ao invés de lutar contra, eu entro de bom grado nesse fluxo, tirando dele o melhor possível e aproveitando ao máximo. Já tive minha longa “fase” de quase exclusivamente ouvir Depeche Mode, até saber todas as pausas de respiração do Dave e do Martin nas músicas. E pode ser bem aleatório e eclético o estilo, mas geralmente vão de músicas que já me agradavam ou que puxam significados especifícos. Já fui de Nando Reis, Cássia Eller, Zeca Baleiro, Rita Lee, The Cure, The Smiths, Depeche Mode, Marina and the diamond, Norah Jones, Imogem Heap, e por aí vai… Não necessariamente nesta ordem, claro.

Hoje em especial, é o dia de ouvir quase que somente Secos & Molhados – aquele obrigado especial ao Spotify por ter essas lindezas tão caras disponíveis para degustação em seu catálogo.

Sobre a banda:

Secos & Molhados foi um grupo vocal brasileiro da década de 1970 cuja formação clássica consistia de João Ricardo (vocais, violão e harmônica), Ney Matogrosso (vocais) e Gérson Conrad (vocais e violão). João havia criado o nome da banda sozinho em 1970 até juntar-se com as diferentes formações nos anos seguintes e prosseguir igualmente sozinho com o álbum Memória Velha (2000).

No começo, as apresentações ousadas, acrescidas de um figurino e uma maquiagem extravagantes, fizeram a banda ganhar imensa notoriedade e reconhecimento, sobretudo por canções como “O Vira“, “Sangue Latino“, “Assim Assado“, “Rosa de Hiroshima“, que misturam danças e canções do folclore português como o Vira com críticas à Ditadura Militar e a poesia de Cassiano Ricardo, Vinícius de Moraes, Oswald de Andrade, Fernando Pessoa, e João Apolinário, pai de João Ricardo, com um rock pesado inédito no país, o que a fez se tornar um dos maiores fenômenos musicais do Brasil da época e um dos mais aclamados pela crítica nos dias de hoje.

(Fonte Wikipédia)

Mais links:

Biografia da banda, site UOL.

Publicação sobre Secos & Molhados na Super Interessante

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Documentário: AMY

Eu não conhecia muito da carreira ou vida conturbada de Amy, pelo menos nada muito além do que estava constantemente estampado em  manchetes ou programas de fofoca com as fotos que anunciavam um possível fim trágico de uma jovem e talentosa artista.  Justamente pelo grande furdúncio após sua morte, eu evitei por um tempo ver documentários póstumos até por que eles pareciam mais se tratar de oportunismo do que outra coisa.amy2

Com a chegada do documentário ao Netflix, eu deixei de procrastinar e finalmente fui assistir. Daí a procrastinação ficou para escrever, já que leva um tempo para digerir um pouco como nós (generalizando total e completamente) nos alimentamos das imagens e das piores histórias das outras pessoas e essa nossa mania de consumir desgraça e regojizar do drama e tristeza alheia – sei que tudo isso forma um mesmo bloco de coisas… Mas AMY traz um relato muito bem estruturado e muito delicado de como era a Amy que não conhecemos e como o mundo mudou para ela por conta do sucesso.

Construído com a narrativa de suas letras (mais…)

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