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Logan

 

Daí você se prepara para ver o último filme do Hugh Jackman como Wolverine, imagina que vai ser bom depois de criar expectativa com o trailer e o hype. Mas será que vai ser realmente essa coisa toda? Vem ver…

Resultado de imagem para logan poster cinema nacionalLOGAN

Título original: Logan (2017)

Direção: James Mangold

Roteiro: Michael Green, David James Kelly

Sinopse: Em 2024, os mutantes estão em declínio e as pessoas não sabem o motivo. Uma organização está transformando as crianças mutantes em assassinas e Wolverine, a pedido do Professor Xavier, precisa proteger a jovem e poderosa Laura Kinney, conhecida como X-23. Enquanto isso, o vilão Nathaniel Essex amplia seu projeto de destruição.


Trailer:


Sobre o filme:

Depois de 17 anos acompanhando Hugh Jackman como Wolverine, chegou a hora de se despedir dessa dupla. Foi também a despedida do querido Isaac Bardavid como dublador deste personagem depois de tantos anos (23 anos) dando voz e vida ao personagem carrancudo e tão amado.  Ninguém disse que seria fácil, e realmente não foi, mas pelo menos foi em um filme que honrou e deu ao personagem e ao público um encerramento digno e emocionante.

Logan não é um filme sobre heróis, mas sim um filme sobre a vida, sobre envelhecer e também sobre amizade e companheirismo. Ele tem mais do que uma história de ficção de mutantes com poderes, fala de superar e sobre perder. E assim como essas coisas não são fáceis mas dolorosas, também é o filme – de uma forma boa. Mas muita calma, ainda é um filme com e do Wolverine, então tem sim muita ação e violência, então essa mistura entre o drama e a pancadaria são feitos de um forma tão bem feita que se justifica dentro da trama.

Essa despedida não só de Logan, mas também de Patrick Stewart como Professor Xavier e talvez até de uma fase dos X-Men como tínhamos até o momento – um futuro novo reboot quem sabe? Mas o importante é que aqui temos um filme que valeu a espera. E mais uma coisa, o choro e a emoção são livres.

A Chegada (Arrival)

Só tenho a agradecer por todas as indicações que li e ouvi nos podcasts RapaduraCast e Mamilos, em especial a dica de como ver/o que esperar. Um disclaimer bom foi que apesar de um filme de ficção científica, de ter a trama dos seres que chegam na terra, apesar dessas coisa o tema principal é a humanidade, a comunicação.

A Chegada
Título original: Arrival (2016)

 

Direção: Denis Villeneuve

Gênero: Drama/Ficção Científica

Duração: 1h58min

Sinopse: Naves alienígenas chegaram às principais cidades do mundo. Com a intenção de se comunicar com os visitantes, uma linguista e um militar são chamados para decifrar as estranhas mensagens dos visitantes.

 


Escrivinhando sobre o filme:

E o que dizer quando mesmo com o disclaimer que poderia ser quase um spoiler não te prepara para o que virá? Quando um filme não poderia dizer mais e ser entregue em melhor momento? A Chegada é um filme que fala de uma situação hipotética e fictícia, mas ainda assim tão verossímil e com tanta relevância ao nosso momento histórico. Em tempos que a comunicação é deixada de lado. Quando não há diálogo, mas sim as imposições e o medo, que nos guia em decisões e posições questionáveis.

É interessante como ele passeia, quase brincando, pelas nossas conclusões ao longo da apresentação da personagem Louise. Ele não mente ou te engana, mas te apresenta as coisas sem explicar, e você vai montando um teoria, para depois descobrir que não era o que você deduzia. Além disso, ele não fica te explicando as coisas… sabemos e aprendemos junto com os personagens, somos colocados ao lado deles para evoluir no entendimento juntamente com eles. E descobrir a revelação, junto com Louise, é importante para preservar a experiência, então vou manter o controle e segurar os Spoilers. Mas digo que pela primeira vez consegui ver Amy Adams e adimirar o trabalho dela como atriz, sem notar que ela estava se esforçando para atuar… mas apenas acreditar nas emoções e me deixar levar pela história.

Fico por aqui, com a indicação de que vejam o filme e se permitam descobrir essa história.

 


Trailer:

Estrelas Além do Tempo (Hidden Figures)

Sabe quando você ouve as pessoas falarem de um filme, série, livro ou seja lá o que for. E de tanto ouvir você começa a duvidar ou se perguntar dos motivos de tanto comentário? Enfim, eis um pouco do que foi com La La Land e agora com Estrelas Além do Tempo. Então vamos aproveitar o espaço e falar desse filme que chega hoje aos cinemas no Brasil. Tive a oportunidade de assistir na terça, na sessão de pré-estréia que Fox Film do Brasil disponibilizou juntamente com o Papel Pop e o Podcast Um Milkshake Chamado Wanda. Só tenho a agradecer a todos.

 

Estrelas Além do Tempo

Título original Hiden Figures (2016)

Dirigido por: Theodore Melfi

Duração: 2h07min
Gênero: Drama/Comédia dramática
País de origem: EUA

Sinopse: No auge da corrida espacial travada entre Estados Unidos e Rússia durante a Guerra Fria, uma equipe de cientistas da NASA, formada exclusivamente por mulheres afro-americanas, provou ser o elemento crucial que faltava na equação para a vitória dos Estados Unidos, liderando uma das maiores operações tecnológicas registradas na história americana e se tornando verdadeiras heroínas da nação.

 


Escrivinhando sobre o filme:

Um filme baseado em fatos reais, em mulheres reais que vão além do que as pode definir, seja por seu gênero ou pela cor de sua pele, em momentos na história americana em que a segregação era como um direito ou como algo aceitável aos olhos da lei em determinados lugares. E o mais assustador é perceber que isso tudo foi a tão pouco tempo em quesitos históricos, de uma forma geral, e até o medo que começou a surgir após essa última eleição nos EUA, com a escolha de um candidato não só controverso (para falar o mínimo) e com um discurso um tanto absurdo, mas em especial pela maioria dos seus apoiadores que apresentam posturas não só misóginas, mas principalmente preconceituosas. De forma geral, filmes assim, que nos fazem olhar para o passado são importantes para nos lembrar do quanto evoluímos e de como precisamos cuidar para não retrocedermos.

A beleza com que o filme toca nesse tema, com tanta delicadeza e sensibilidade que consegue passear entre momentos de tensão e aquele sorriso leve. O trio principal, não deixa margem para dizer algo que não seja um elogio sonoro e esfuziante. Taraji P. Henson interpretando Katherine Johnson, Octavia Spencer
como Dorothy Vaughn e Janelle Monáe como Mary Jackson nos brindam com muita emoção e uma química em tela que me faz querer rever o filme em looping eterno.

A cada conquista, em cada novo obstáculo, em toda busca que elas tiveram, foram mais do que pensavam delas – eram amigas, mulheres, esposas, mães, filhas, sonhadoras, lutadoras, mentes brilhantes, estrelas persistentes que continuaram a brilhar mesmo com tudo que o mundo poderia fazer para tentar anular todo e qualquer esforço delas.
Além de mulheres e negras e todos os preconceitos já imagináveis naquele momento, elas tinham ainda que enfrentar o preconceito de serem inteligentes e pensar além do que era permitido num mundo em que os homens delimitavam, homens brancos que não aceitavam o sucesso e a sabedoria que pudesse vir de figuras vistas como inferiores. E apesar de tudo, elas não se perderam de si mesmas, não deixaram o mundo calar a voz interior… e como dito no filme pela personagem Mary Jackson, ousaram ser as primeiras num mundo que jogava a linha de chegada cada vez mais distante de cada passo que elas alcançavam.

“Essas mulheres não reclamavam, elas se focavam e resolver.”

Um filme para ser visto, independente do seu gênero e da sua cor, idade ou motivação.

 


Trailer:

Moana – Um Mar de Aventuras

E como uma criança feliz, lá fomos nós ao cinema para conferir Moana e ver o que realmente tem feito as pessoas falarem e se encantarem com essa mais nova animação da Disney.

Moana – Um mar de aventuras

Título original:  Moana (2017)

Dirigido por: John Musker e Ron Clements

Duração: 1hora 53 minutos
Gênero: Animação, Família, Aventura
País de origem: Eua
Classificação: Livre

Sinopse: Moana Waialiki é uma corajosa jovem, filha do chefe de uma tribo na Oceania, vinda de uma longa linhagem de navegadores. Querendo descobrir mais sobre seu passado e ajudar a família, ela resolve partir em busca de seus ancestrais, habitantes de uma ilha mítica que ninguém sabe onde é. Acompanhada pelo lendário semideus Maui, Moana começa sua jornada em mar aberto, onde enfrenta terríveis criaturas marinhas e descobre histórias do submundo.


Escrivinhando sobre o filme:

Imagine uma animação tão bem feita que faz você ficar em choque…

Imaginou? Pois bem, assim é Moana!

Visualmente deslumbrante, com uma riqueza em detalhes que assombra. Texturas, movimentos, detalhes… tudo feito com tanta riqueza que eu mal podia acreditar. Voltei a me sentir criança, deslumbrada com tanta beleza. As músicas são lindas, as referências à cultura Maori, os Hakas, as danças são emocionantes.

A história, oque dizer? Personagem forte, carismática e que não depende de um interesse romântico para evoluir. Dessa vez a Disney acertou lindamente. Moana diverte e encanta, traz reflexões importantes, acrescenta.

Gosto das princesas clássicas, mesmo consciente de como elas representam alguns posicionamentos ultrapassados em relação à figura feminina e a posição dela na sociedade – frágil, dependente ou omissa. Desde Valente começou a mudar um pouco esse posicionamento, mesmo em enrolados há um pouco disso – ainda que em proporção menor. Mas Moana é a busca pelo auto conhecimento, reconhecimento de seu valor e a coletividade. Fala conosco em diversos níveis, por vários motivos. Ela é forte e delicada, estabanada e muito determinada, sem falar que mesmo assustada e temerosa busca sua força na estrutura familiar, no conceito de comunidade.

O interessante é que o questionamento do filme começou já na animação que precede o longa, desde ali eu já estava rendida e entregue.

Assista no cinema, vale muito o investimento. Seja com uma criança ou sozinho, você tem grande chance de se encantar também.


Trailer

 

Listando filmes que queremos ver em 2017

Preparando para esse ano conseguir assistir tudo que eu quero, por que não fazer uma listinha básica!?
Ela pode ser ampliada a qualquer momento, sempre, na verdade – mas seguem apenas os lançamentos de 2017 que eu mal posso esperar para poder assistir:

Moana – Um mar de aventuras (5 de janeiro)

La La Land – Cantando as estações (19 de janeiro)

Estrelas além do tempo (19 de janeiro)

A torre negra (23 de fevereiro)

Jackie (23 de fevereiro)

Logan (2 de março)

A Bela e a Fera (16 de março)

Ghost in the Shell (30 de março)

Guardiões da Galáxia 2 (5 de maio)

Alien Covenant (19 de maio)

Mulher-Maravilha (13 de julho)

Homem Aranha – De volta ao lar (28 de julho)

Thor – Ragnarok (2 de novembro)

Liga da Justiça – Parte 1 (16 de novembro)

Star Wars – Episódio VIII (15 de dezembro)

 

E você? Quais filmes adicionaria na lista?!

Alguma dica?

Fale com a gente!

Ben-Hur (2016)

Antes de comentar sobre o filme, venho já dizer que não assisti ao clássico com o Charlton Heston. Vi alguns trechos, mas nunca inteiro. Então eu vou passar longe das comparações prováveis que poderiam ocorrer. E aceito que algumas pessoas me olhem torto, ou mesmo julguem, mas não vi e é isso, pode ser que ainda veja algum dia, mas não hoje. (mais…)

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