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The Silenced

Depois de tantos meses com esse filme no topo da lista de indicações na Netflix, resolvi dar um chance. Regra máxima de não saber muito e sem ver trailer, contando apenas com a mínima e quase nada informativa sinopse da Netflix. O que resultou? Vem ler comigo…

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The Silenced

Título original: Gyeongseonghakyoo: Sarajin Sonyeodeul (2015)

Direção: Lee Hae-Young (II)

Gênero: Suspense, Mistério, Thriller, Terror

Duração: 99 minutos

Sinopse: Joo-Ran, uma menina doente, se transferências para um novo internato para recuperar a saúde. Mas ela descobre que as alunas estão desaparecendo e percebe mudanças anormais acontecendo com seu corpo. Ela suspeita que a escola é responsável pelo o que está acontecendo e tenta descobrir o segredo que está escondido.


Trailer:

 


Sobre o filme:

Tem indicação de filme de terror em alguns lugares, mas eu não o definiria assim. Tem muito mais do suspense e mistério, quase um thriller que guarda surpresas que usar o termo terror pode levar o expectador a ter uma idéia muito errada, já que as pessoas já são levadas a esperar por algo sobrenatural, de monstro ou algo muito gore. Mas tirando isso, vamos ao ponto.

Filme sutil, com um ar de mistério que por si só já deixa uma tensão no ar. E a estética do filme, o que dizer além de elogiar? Seria bem difícil não me encantar pelas sutilezas e cores.

Vale uma chance para conhecer.

 

 

 

Sob a Sombra

Filme de terror pode ir além do susto, pode levar mensagem mais profunda e pode emocionar também. Dentro dessa linha Sob a Sombra traz um questionamento que vai além do sobrenatural e faz refletir.

SOB A SOMBRA

Título Original: Zir-e Sayeh (Under the Shadow) (2016)

Sinopse: Teerã, 1988. A guerra entre Irã e Iraque ressoa pelo seu oitavo ano. Uma mãe e sua filha ficam pouco a pouco dilaceradas com as campanhas de bombardeio sobre a cidade junto com a sangrenta revolução do país. Lutando diariamente para ficarem juntas em meio aos terrores, um misterioso mal ronda o apartamento onde elas moram.


Trailer: não encontrei com legendas em português, mas o filme é fácil de encontrar – está no catálogo da Netflix.


Sobre o filme:

Se você quer um filme de terror que te deixe tenso e ao mesmo tempo te faça pensar em mais do que os sustos esse é um bom filme para você. Mais que sustos e o sobrenatural, tem um questionamento ali sobre o medo constante nessas regiões de conflito e ataques. O mal ali apresentado pode ser mais que o mito e ser uma analogia ao medo e ao real terror enfrentado por quem vive nessas condições. O filme se passa em 1988, mas não tem como não relacionar com a situação atual da Síria e os ataques constantes e a situação de quem decide ficar e tentar manter a vida nesses lugares.


Já assisitu? Gostou da dica? Deixe uma mensagem!

Podcast Deu Na Caixola – #03 – O Iluminado

E nesse terceiro episódio do podcast Deu Na Caixola, Claudia Poulain e Rafael Pedago trazem uma conversa sobre o clássico filme O Iluminado, do Stanley Kubrick, baseado no livro do Stephen King.

Em uma conversa solta e descompromissada, comentando um pouco do filme, do livro e das impressões de rever depois de tantos anos essa obra prima do cinema. Comparando um pouco com o livro e as atuações de Jack Nicholson  e Shelley Duvall nessa adaptação.

Vem com a gente nessa conversa, compartilhe sua opinião, mande um feedback para o podcast poder conhecer melhor quem está fazendo parte dessa história que estamos começando através do nosso Facebook do Box Of Me ou a página do podcast, nossas redes sociais estão à disposição. Assim como o nosso e-mail.

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Indicações feitas no programa:

JeruZalem (2015)

Tinha visto esse poster em algum lugar, achei que era um tipo de continuação aleatória do Guerra Mundial Z, mas passei longe, muito longe… Na verdade confesso que esse nem foi um dos motivos que me levou a assistir, foi um misto de curiosidade e insônia que a Netflix ajudou a preencher com mais um filme.

Jerusalém
Título original: JeruZalem (2015)

Dirigido por: Doron Paz e Yoav Paz

Duração: 87 minutos
Gênero: Terror
País de origem: Israel
Classificação: 18 anos

Sinopse: Duas meninas americanas de férias seguem um belo e misterioso estudante de antropologia em uma viagem para Jerusalém. A festa é interrompida quando o trio é apanhado no meio de um apocalipse bíblico. Presos entre as antigas muralhas da cidade santa, os três viajantes deve sobreviver tempo suficiente para encontrar uma saída enquanto a fúria do inferno é lançada sobre eles.


Talvez você conhecça:

Yael Grobglas (Jane the Virgem)


Escrivinhando sobre o filme:

Bom, o que dizer de um filme que não se espera nada, além de algo que ele não é. (como disse no começo, tinha pensado que era algo com o Guerra Mundial Z – muito por conta da grafia na capa/poster)

Começa com uma explicação religiosa paranormal em Jerusalém, que te deixa pensando que vai seguir algo do tipo, mas daí somos levados aos dias atuais, acompanhando duas jovens de viagem (filmado ao estilo diário de viagem, câmera de mão) e por uma paquera, elas deixam de ir para Tel Aviv para ir a Jerusalém. Daí as coisas vão acontecendo meio na correria, meio sem sentido, meio que só pra acabar logo.

Tem umas boas sacadas, tem locações lindas… mas falta liga, falta tanta coisa para que feche bonitinho. Confesso que um dos motivos de eu seguir vendo era a Yael Grobglas, que tem carisma, que segurou boa parte do filme. Porque no mais, sobra um misto de referências e de idéias que não se conversam direito.

Eu que não esperava nada de bom, tive umas boas surpresas – mas não vá esperando muito.

 


Trailer:

O último capítulo (2016)

Como não confiar numa produção NETFLIX, não é mesmo? Claro, depois de Jessica Jones, Demolidor, The Get Down, Stranger Things, entre outros… a gente fica mais que impressionando e meio que se rende. Mas depois lembra que ela pode errar também, basta lembrar de Fuller House (ok, é nostálgico, mas não deu).

A premissa é interessante e intrigante, então apostei que acertos eram maioria e corri para o sofá.

 

O último capítulo
Título original: I Am the Pretty Thing That Lives in the House (2016)

Dirigido por: Oz Perkins

Duração: 87 minutos
Gênero: Terror, Thriller
Páis de origem: EUA
Classificação: 12 anos

Sinopse: Lily (Ruth Wilson) é uma jovem enfermeira que se torna responsável por cuidar de uma reclusa escritora de terror, que decide viver o último capítulo do seu livro em uma casa do século XIX, local que guarda seus próprios segredos assustadores. No entanto, o que parecia ser apenas mais um trabalho qualquer, começa a se tornar um verdadeiro pesadelo para Lily.
Uma produção Original Netflix, estreou em outubro de 2016 no serviço de streaming.


Talvez você reconheça:

Ruth Wilson (Séries: Luther, The Affair)

 



Escrivinhando sobre o filme:

Como disse no início, a premissa é boa, chama a atenção por parecer que vai desenvolver um bom suspense com um pouco de terror.  Bom era o que eu pensava, já que o filme não foi bem por aí. Ritmo arrastado, personagens sem carisma, enredo lento e sem atrativos me fizeram ter dificuldade de chegar ao final, mas lá vamos nós não é mesmo?!

Ele cria uma tensão para algo que não vem, e um suspense que meio que não se resolve. Muita enrolação no meio de um plot que não se desenvolve. Não sou de reclamar de lentidão e essas coisas, mas dessa vez eu não me aguentei.


Trailer:

Águas Rasas (2016)

Algumas vezes escolhemos filmes sem saber o que esperar, sabendo muito pouco, lendo menos ainda. Parece estranho em tempos de ultra conectividade, mas pode resultar em boas descobertas com baixo grau de decepção. Cobrar menos do que vamos ver, por não saber direito o que esperar ou com o que comparar. É difícil fugir de comentários, até de spoilers, mas pode valer o esforço. E esse filme vale o esforço de ver nas telonas – corre que acho que ainda da tempo.

banner-aguas-rasas (mais…)

Ghoul

Eu e minha seleção de filmes de terror sugeridos pelo Netflix. E ainda tento entender como me deixo enganar por essas indicações. Não vou dizer que esperava uma obra de arte, o filme até que tem uma pegada interessante, mas depois eu juro que fiquei meio perdida e quase desisti. Mas como sou bichinho ruim fiquei até o final, mesmo já estando distraída com praticamente qualquer coisa.

O filme é à princípio um documentário, que vira um filme de terror/suspense  na linha found footage. Gênero já meio manjado, mas que ainda pode render coisas interessantes, um exemplo disso (pelo menos a meu ver) foi o Chernobyl Diaries, mas vamos seguir falando de Ghoul. (mais…)

Dark Circles – Noites em claro – Olheiras (2013)

Daí você se pergunta o nome do filme e eu falo depende, em inglês é Dark Circles, mas por aqui ele aparece no Netflix como Noites em Claro, mas em sites de filmes eu achei como Olheiras também. Vou com o nome do Netflix. Depois me pergunta por que eu fui ver esse filme, justo esse que não chegava a uma estrela, e a resposta é simples – estava sem sono. Parece ironia, levando em conta o enredo do filme de personagens que não conseguem dormir, mas não sei dizer se foi. Enfim, eu até gosto de me arriscar com filmes de terror duvidoso. Mas o filme tem que ter pelo menos algo que tenha valido a pena, e não ser um daqueles filmes que parecem torturas à nossa inteligência, desses eu fujo sempre que posso (como comentei no The Ouija Experiment).

A premissa é simples e interessante – privação de sono, casal se muda para casa afastada, bebê que estranha a nova casa e chora muito. (mais…)

Floresta Maldita

imagesSinopse:

Thriller sobrenatural que se passa na lendária floresta Aokigahara, situada na base do Monte Fuji, no Japão, conhecida como a floresta dos suicidas. Neste cenário literalmente incrível, Sara (Natalie Dormer) uma jovem americana vai em busca de sua irmã gêmea, que desapareceu misteriosamente nas perigosas trilhas da floresta. Apesar das advertências de todos Sara entra na floresta determinada a descobrir a verdade sobre o destino de sua irmã.

Trailer

(mais…)

Você verá se olhar… Babadook

Depois de um trailer levemente estranho, ficou a vontade de ver mais para entender melhor. E encontrei um filme que mistura terror, suspense, drama e aquele toque do horror de não saber ao certo do que vem o medo.

Sinopse:

Seis anos já se passaram desde a morte de seu marido, mas Amelia (Essie Davis) ainda não superou a trágica perda. Ela tem um filho pequeno, o rebelde Samuel (Noah Wiseman), e tem dificuldades para amá-lo. O garoto sonha diariamente com um monstro terrível e ao encontrar um livro chamado “The Babadok” reconhece imediatamente seu pesadelo. Certo de que Babadok deseja matá-lo, o menino começa a agir irracionalmente, para desespero de Amélia.

Um filme Australiano, que não traz rostos conhecidos da grande maioria, produzido em 2014 e que já entrou para o catálogo do Netflix ainda em 2015. O tema pode parecer batido, mas não é . A estranheza com que a relação mãe e filho se apresenta, a dificuldade de Amélia demonstrar  amor por Samuel e a presença constante da perda e da dor já nos apontam que algo a mais será desenvolvido. Em vários momentos a câmera se posiciona próxima dos personagens, mas dando uma subjectividade que entrega a estranheza e as emoções ambíguas que vão se manifestando. (mais…)

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