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Santa Clarita Diet

Uma série da Netflix, com a Drew Barrymore e uma pegada meio comédia e meio “zumbi” familiar. Confesso que só de ter a Drew já me deu vontade de ver, porque ela é uma querida e sempre aposto que vai ser bom e mesmo se não é ela faz valer a pena. E tem o selo Netflix, fato que pesa bastante na confiança também.

Tem um questionamento muito bom sobre o que é estar vivo, sobre o que é a vivacidade que buscamos e perdemos nessa correria que vivemos e exigimos hoje, sobre unidade familiar. Com um toque de humor meio piegas às vezes, meio morno, mas ainda assim tem sua graça com um toque de sangue e pedaços de corpos. Tem seus momentos e diverte, passa rápido e deixa um gostinho de quero mais. Quando vi já tinha acabado e fiquei esperando a segunda temporada.

Santa Clarita Diet
1ª Temporada – 10 episódios (±29 minutos cada)

Sinopse: Em Santa Clarita Diet, Sheila (Barrymore) e Joel (Olyphant) são marido e mulher, corretores de imóveis com vidas um pouco descontentes em Santa Clarita, no subúrbio de Los Angeles, com sua filha adolescente Abby (Liv Hewnson) – até que Sheila passa por uma mudança radical que leva suas vidas a um caminho de morte e destruição… Mas de um jeito bom. Depois de ter alguns problemas, Sheila acaba vomitando o próprio coração e passa a comer apenas carne humana. Sempre apoiada pela família, Sheila embarca nessa nova jornada morta-viva, ficando cada dia mais linda e disposta com a nova dieta milagrosa.

 


Trailer:

 

Além dos trailers e teasers, o que dizer das chamadas criativas da Netflix no maior estilo zueiro possível, com direito a paródia daquelas propagandas clássicas e bem bizarras dos programas de venda (estilo anos 80/90 para a eternidade e além)?

 

Caça Fantasmas (2016)

Tentando fugir do hype negativo, esperei para poder conferir com mais calma e com menos pressão de expectativa. Às vezes a tática funciona, outras nem tanto, mas vale tentar. Se funcionou ou não nesse caso, vem comigo que eu já te falo…

Caça Fantasmas

Título original: Ghostbusters (2016)

Dirigido por: Paul Feig

Duração: 1 hora 57 minutos
Gênero: Fantasia, Aventura, Comédia, Ação
País de origem: Eua
Classificação: 10 anos

Sinopse:  Atualmente uma respeitada professora da Universidade de Columbia, Erin Gilbert (Kristen Wiig) escreveu anos atrás um livro sobre a existência de fantasmas em parceria com a colega Abby Yates (Melissa McCarthy). A obra, que nunca foi levada a sério, é descoberta por seus pares acadêmicos e Erin perde o emprego. Quando Patty Tolan (Leslie Jones), funcionária do metrô de Nova York, presencia estranhos eventos no subterrâneo, Erin, Abby e Jillian Holtzmann (Kate McKinnon) se unem e partem para a ação pela salvação da cidade e do mundo.


Escrivinhando sobre o filme:

Levando em conta que se passa num universo em que os casos dos dois primeiros filmes dos anos 80 não aconteceram, e que não se refere a uma continuação ou mesmo um reboot, mas sim como uma homenagem ou mesmo uma nova abordagem ao tema, respeitando referências. Nesse sentido funciona muito bem. Seja nos looks, personalidades ou mesmo na trilha que resgata um pouco da essência dos primeiros filmes.

É divertido, meio bobo – mas os outros também eram quando revejo hoje. A motivação do vilão realmente não cola, mas ainda assim diverte. São atrizes muito boas em fazer humor/comédia, elas tem um timing muito bom, assim como uma energia boa juntas, mas tem algo que ficou faltando. Não sei o que foi, mas ficou um buraquinho, algo que não entregou, mas ainda assim funciona como um filme para ver e se divertir com a família. As personagens são interessantes, funcionam bem juntas e isso faz a liga que compensa os pontos fracos que possamos encontrar no caminho.

E sobre todo o burburinho que rendeu sobre as pessoas nem terem visto e já odiarem por ser um filme com mulheres, um grande e sonoro ME POUPE. O gênero não fez diferença no enredo da história a ponto de estragar algo ou ser uma afronta absurda. Mas faz diferença para que muitas meninas possam crescer com modelos nas telonas que passam longe de donzelas, princesas, garotas que só querem saber de encontrar o amor e serem salvas. É importante e muito saudável, oferecer papéis diferentes, como mulheres inteligentes que não ficam em função do sexo oposto ou do que a sociedade julga como feminino. Cresci num universo em que os personagens mais legais, aventureiros e divertidos eram vividos por homens, e no contraponto disso as mulheres ou eram em sua maioria aquele esteriótipo feminino, delicado e frágil, ou pulavam para algo sexualizado ao extremo (Exemlpo de Elvira a Rainha das Trevas) ou já iam ao quase masculinizado (Ripley de Alien ou a Sarah Connor do Exterminador – que pula de mocinha do primeiro filme para uma brucutu no segundo filme). Mas ter variedade de papéis e personagens, opções para encontrar algo que fale ou represente algo mais próximo de você, isso importa e muito. Seja em relação a gênero, cor, ou qualquer que seja o caso.

É triste ver gente que nem viu e já dizer coisas horríveis, ou pessoas que já vão ver pensando em detonar o filme. Cá entre nós os antigos não eram essa maravilha toda, quando a gente revê hoje em dia. Eles são divertidos e nostálgicos? Sim, claro que são! Eu mesma paro para rever vez ou outra. Mas se você olhar bem, vai notar que também tem furos no roteiro, que os personagens não evoluem ou que mudam de profissão completamente como é o caso da personagem da Sigourney Weaver, mas ele diverte, muito mais pelo fator de nostalgia que sentimos ao lembrar da infância e de quando assistimos pelas primeiras vezes.

Em resumo, vale como filme leve para divertir, rir um pouco e matar um tempo comendo pipoca e rindo ao encontrar as referências e homenagens. Mas não vale se você for ver com aquela idéia formada de que vai ser ruim por que são elas… ou de que será uma obra prima do cinema. É sessão pipoca!

 


Trailer:

 

Haters Back Off

De tanto receber a indicação da Netflix por e-mail e na página principal, recebi dar uma chance e ver a tal Haters Back Off.

Uma série de televisão de comédia estrelada por Colleen Ballinger, que também criou a série juntamente com seu irmão Christopher Ballinger, e os showrunners Perry Rein e Gigi McCreery. A série foi lançado na Netflix em 14 de Outubro de 2016. Os oito episódios da série foram liberados simultaneamente. O show é “A primeira série criada por um Youtuber.”

 

Sinopse

A série acompanha a desfuncional vida familiar de Miranda Sings, que busca pela fama com a ajuda de seu tio. Miranda é uma estrela sem nenhum talento, mas com muita confiança em si própria e que acredita firmemente que nasceu famosa, mas ninguém mais sabe disso.


Sobre a série

Imagina uma coisa ruim, mas que tem momentos que parece que vai melhorar e quase chega a ter um toque de graça, ou um certo toque de emoção quando você vê os personagens deixando o nonsense de lado e se tornando reais, evoluindo. Mas aí depois ela volta a ser ruim de novo e você fica nessa pelo menos umas 3 a 4 vezes por episódio. Tem seus momentos, mas eu confesso que são bem poucos.

Ainda estou tentando entender como eu consegui me forçar até o final – não foi fácil, mas eu precisei terminar para poder decidir escrever. Não indico, pois eu realmente não sei o que senti, foi um misto de confusão, pena e ódio.

Pelo menos ao final de tudo, fica ali uma pequena sensação de “vendeta” em relação à relação abusiva que Miranda cria com as pessoas que cercam, mas saber que isso levou 8 episódios para acontecer, com cerca de 30 minutos cada, foi meio desnecessário, doloroso e triste. Ok, que alguns personagens precisaram desse tempo para evoluir um pouco a ponto de chegarem ao ponto do último episódio. Eu entendo que a graça residiria em satirizar certos comportamentos narcisistas, egoístas ou mesmo um tanto infantis que vemos repetidamente em várias pessoas, mas ainda assim, foi sofrível chegar ao fim.

A princípio me lembrou um pouco como me senti em relação à Chewing Gum, mas é diferença é que mesmo desconfortável em alguns (vários) momentos ainda assim eu consegui rir e me relacionar melhor com os personagens lá. Enquanto aqui em Haters Back Off eu apenas sofri.

Se tiver a curiosidade de se arriscar, boa sorte, mas eu passo longe.

Deu na Caixola – Episódio Piloto – Footloose

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Nesse episódio piloto, Claudia Poulain e Rafael Pedago conversam sobre o filme clássico dos anos 80, FOOTLOOSE.
Um clássico da sessão da tarde revisto nos dias de hoje.
Será que ele passa pela regra dos 15 anos? E se faz ou não sentido?

Venha ouvir e fazer parte dessa conversa.

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Dica de filmes: O Clube das Desquitadas / The First Wives Club (1996)

Um filme que junta as divas das comédias e comédias românticas dos anos 80 e 90. Minhas divas, pelo menos, que esbanjam beleza, simpatia e muito talento. E um filme na linha das mulheres descobrirem seu poder e sua força …de um empoderamento que não tem hora ou idade…e sim força de vontade. Eu uso referências desse filme até hoje, assim como de tantos outros. Adoro ver e rever, por isso segue como dica! (mais…)

JANE THE VIRGIN (1ª TEMPORADA)

Você já ouviu falar da série Jane the Virgin? Vou falar um pouco dela por aqui hoje, mais especificamente da 1ª temporada. E antes de qualquer coisa, permita-se conhecer e se dispa do preconceito do dramalhão e vamos juntos.

Sinopse: Adaptada do novela venezuelana de sucesso, a série contará a história de uma jovem mulher devota que descobrirá foi inseminada artificialmente por acidente. (mais…)

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