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Magia ao Luar

Em busca de algo leve para assistir, com dois atores que eu gosto muito e me deparo com esse filme. Confesso que só vi que era do Woody Allen, diretor que eu tenho evitado um pouco devido a algumas controvérsias. E mesmo gostando muito do Collin Firth e da Emma Stone eu não sabia como seria a relação de ambos em tela juntos, e lá fui eu me arriscar em um filme às cegas – mais pelos dois atores e sem saber nada da história e como seria.

Resultado de imagem para magia ao luar posterMagia ao Luar

Título original: Magic in the Moonlight (2014)

Direção: Woody Allen

Gênero: Romance, Comédia, Drama

Duração: 97 minutos

Sinopse: Stanley (Colin Firth), um talentoso mágico, é contratado para desmascarar uma simpática jovem que afirma ser médium. Inicialmente cético, ele aos poucos começa a duvidar de suas certezas e se vê cada vez mais encantado pela jovem Sophie (Emma Stone).

 

 


Trailer:


 

Escrivinhando sobre o filme:

Não saber o que esperar e não ter expectativa é sempre uma boa, na verdade uma ótima chance de não ter uma decepção e se desencantar. E tendo em vista que eu tinha em mente apenas como seria a interação entre Colin e Emma, fui presenteada com uma bela surpresa – bela e agradável.

Uma história bem aos moldes de ‘Orgulho e Preconceito’, onde a jovem de origem simples, humilde e até mesmo duvidosa vai chamar a atenção do homem com uma origem e estrutura confortável dentro da sociedade e que questiona as qualidades da moça e tenta provar que ela não pertence àquele meio, e até desmascará-la. E como já esperado pela linha do filme, mesmo pelo diretor, vai render uma tensão romântica entre o casal. Leve e gostoso de ver, com figurinos de cair o queixo e locações encantadoras. A história te deixa a pergunta entre o que é mais válido a lógica e a emoção.

Está no catálogo da Netflix, e vale para aquela tarde ou noite que pede um pouco de romance e um filme leve para curtir.

La La Land : Cantando as Estações

Numa ansiedade enorme para conferir nos cinemas o filme que vem se destacando e colecionando indicações. E Já aproveitando que se trata de um musical com cara de nostalgia pura, aproveitei e conferi na sessão Drive-In lá no Cine Belas Artes Caixa, com direito a banco de carro e conforto com uma pegada retro. Os únicos poréns são: a sala fica um pouco clara porque a lanchonete fica funcionando durante a sessão, e a reprodução não ser em alta definição plena. Mas esses dois eu decidi relevar pela experiência da sala e filme como um todo.

La La Land – Cantando as Estações

Título original: La La Land (2016)

Dirigido por: Damien Chazelle

Duração: 2h08min
Gênero: Drama / Romance / Musical / Comédia
País de origem: EUA
Classificação: Livre

Sinopse: Mia, uma aspirante a atriz, e Sebastian, um talentoso músico de jazz que está se dedicando a carreira, se encontram em uma cidade conhecida por destruir esperanças e quebrar corações. Em busca de oportunidades para suas carreiras, os dois jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo enquanto perseguem fama e sucesso.


Escrivinhando sobre o filme:

Mesmo com a expectativa no nível alto, devido tantas resenhas e indicações, não houve espaço para decepção. Imagina um misto de uma leveza, uma brisa de esperança e de sonhar, pois bem foi assim que funcionou comigo. Logo eu, que sou apaixonada por musicais ao estilo clássico da era de ouro de Hollywood, fiquei como? Lágrimas nos olhos definem da emoção de tanta delicadeza e beleza. Não só esteticamente, como o roteiro é lindamente executado.

Lembra a magia que o cinema pode proporcionar ao espectador. Com um roteiro que desafia a realidade bruta e busca o sonho e a realização desses sonhos, não se deixando engolir por um mundo que devora os sonhos para que eles se encaixem no que é considerado viável e aceitável. Indo contra a corrente da correria e do fazer por fazer para atingir algo que não é parte de você, mas ditado pelo senso comum do que é sucesso ou mesmo felicidade. É preciso que sonhemos, e não apenas isso, que tenhamos a coragem de ir atrás, mesmo que pareça louco ou irracional, sonhar é preciso.

Esse filme é um pouco sobre isso. Sobre como poder sonhar é manter a magia viva dentro de nós. Sobre como realizar esse trajeto pode ser demorado e doloroso, mas válido. E como ter pessoas que comprem essa idéia com você pode fazer a diferença. Senti que é muito sobre possibilidades/probabilidades, como as coisas acontecem de acordo com as escolhas e como tudo pode ser algo diferente a partir de uma escolha diferente.

Emma Stone sempre me deixa apaixonada em seus filmes – mesmo os mais bobos me ganham por ela. Ela parece nem estar atuando, é como se fosse ela mesma, ali toda fofa e sonhadora. Ryan Gosling consegue encantar sendo do cara mais dramático ao mais romântico e sonhador. Os dois juntos tem algo que desconcerta, que deixa você rendido e esperando pelo que virá. Sejam dançando, cantando, ou em pleno silencio enquanto se entreolham. E dá para ver que o Diretor Damien Chazelle sabe o que está fazendo, que sabe lidar com música como elemento principal~, até porque ele já tem no seu currículo o aclamado Whiplash. Dá para notar tantas referências e homenagens aos clássicos, para uma conferida tem até um vídeo que junta algumas referências bem claras que o longa faz. Dá uma olhada no vídeo:

Enfim, tentar falar sobre sem contar o final é realmente um desafio que está me torturando a esse ponto. Mas de maneira geral, mesmo que você não goste de musical como gênero, se tiver a mente aberta e se permitir experimentar, pode ter a mais grata surpresa ao assistir La La Land.


Trailer

O Bebê de Bridget Jones

Eu demorei, mas cá estou para me redimir com a terceira e final(?) parte da trilogia Bridget Jones. Em boa parte porque tive receio de dar adeus, e em outra por medo da decepção. Mas resolvi enfim deixar esse medo de lado e abraçar o saudosismo e reencontrar minha amiga Bridget para saber a quantas anda sua vida. E lá vamos nós…

 

O Bebê de Bridget Jones

Título original:  Bridget Jone’s Baby (2016)

Dirigido por: Sharon Maguire

Duração: 123 minutos
Gênero: Comédia , Romance
País de origem: Reino unido, Irlanda, França, Eua
Classificação: 12 anos

Sinopse: Bridget está focada em sua solteirice e em sua carreira quando descobre que está grávida. Após ter dormido com um desconhecido e com seu amor do passado, Mark, ela não sabe quem é o pai.


Escrivinhando sobre o filme:

Já começo agradecendo por não ter tido o mesmo tema do terceiro livro – não saberia lidar com a perda de Darcy, não aceitaria de forma alguma que ele partisse e não estivesse por perto. Pode torcer o nariz, eu não ligo, mas tenho um crush pelo Mark Darcy, assim como pelo Darcy personagem da Jane Austen e isso não é negociável. Dito isto, eu estava meio desconfiada de como seria um novo filme, como seria retornar a essa história que me parecia ter findado bem lá no segundo filme. E com os trailers e todas as resenhas que pularam na timeline e tanta gente falando, eu resolvi entrar na caverna e tentar escapar o quanto pude até finalmente criar a coragem de voltar ao universo Bridget.

Foi como rever uma velha amiga (sem trocadilhos), parceira de bons e maus momentos – desde aquela paixonite aguda ou de uma bela foça com pipoca e brigadeiro. Reencontrar toda a turma, ela, os amigos, pais, Mark… e esperar por algum vislumbre de Daniel… Valeu a espera, valeu o retorno. Ok, que o roteiro é bem previsível, mas gente, é a Bridget, não esperava muito além. Mas com boas mudanças, com aquela atualização que o amadurecer traz e fazendo graça com a idade, e com as referências.

Um filme divertido, leve e com aquele toque de romance para derreter o coração quando vem aquele dia da bad. Mas ainda tenho os dois primeiros como favoritos de longe – como ganhar daquelas disputas de pernas entre Daniel e Mark? Ou mesmo do suéter de natal de Jones e Darcy? Enfim, começou bem, no ritmo dos anteriores e vai ficando longo e quase passa a linha do tedioso, mas quem tem Emma Thompson e Colin Firth já me ganha até o final do filme alegremente.

Dica para aquele dia que você não sabe o que quer ver, mas quer algo leve, que te faça rir, com uma boa dose de nostalgia.


Trailer


 

Orgulho e Preconceito e Zumbis (2016)

Esperei para ver o filme bem depois. Em especial pelo fato de ter lido o filme e ter aquele medo de decepção braba. Depois daquele Abraham Lincoln caçador de vampiros,  que era a mesma linha, eu confesso que fiquei com mais pé atrás do que qualquer coisa. Eu sei que a referência não é das melhores, visto que nem o livro era aquela coisa que se diga maravilhas, mas doeu mesmo assim ver um filme ainda pior. Mas voltando ao filme que vim falar sobre… (mais…)

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