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Santa Clarita Diet

Uma série da Netflix, com a Drew Barrymore e uma pegada meio comédia e meio “zumbi” familiar. Confesso que só de ter a Drew já me deu vontade de ver, porque ela é uma querida e sempre aposto que vai ser bom e mesmo se não é ela faz valer a pena. E tem o selo Netflix, fato que pesa bastante na confiança também.

Tem um questionamento muito bom sobre o que é estar vivo, sobre o que é a vivacidade que buscamos e perdemos nessa correria que vivemos e exigimos hoje, sobre unidade familiar. Com um toque de humor meio piegas às vezes, meio morno, mas ainda assim tem sua graça com um toque de sangue e pedaços de corpos. Tem seus momentos e diverte, passa rápido e deixa um gostinho de quero mais. Quando vi já tinha acabado e fiquei esperando a segunda temporada.

Santa Clarita Diet
1ª Temporada – 10 episódios (±29 minutos cada)

Sinopse: Em Santa Clarita Diet, Sheila (Barrymore) e Joel (Olyphant) são marido e mulher, corretores de imóveis com vidas um pouco descontentes em Santa Clarita, no subúrbio de Los Angeles, com sua filha adolescente Abby (Liv Hewnson) – até que Sheila passa por uma mudança radical que leva suas vidas a um caminho de morte e destruição… Mas de um jeito bom. Depois de ter alguns problemas, Sheila acaba vomitando o próprio coração e passa a comer apenas carne humana. Sempre apoiada pela família, Sheila embarca nessa nova jornada morta-viva, ficando cada dia mais linda e disposta com a nova dieta milagrosa.

 


Trailer:

 

Além dos trailers e teasers, o que dizer das chamadas criativas da Netflix no maior estilo zueiro possível, com direito a paródia daquelas propagandas clássicas e bem bizarras dos programas de venda (estilo anos 80/90 para a eternidade e além)?

 

Gilmore Girls – Revisitar e Reviver

Depois de uma saga de imersão para completar minha longínqua maratona de Gilmore Girls de forma cronológica, com a cereja do bolo que seria a Temporada Especial do Netflix, vem a sensação mista de descoberta e vazio. Ter passado por toda a jornada das Gilmore, acompanhado e revisto os “dramas” mais com cara de pobre menina rica, numa cidade bucólica em que nada acontece.

Mas voltar depois de tantos anos, foi mais um exercício de reflexão do que eu poderia ter imaginado ao iniciar esse retorno. A questão do pondo de vista foi uma brincadeira de idas e vindas. Anteriormente eu tinha muito mais a referência da Rory, eu tinha a mesma idade, um pouco das mesmas dúvidas e planos de listar e calcular como tudo seria num futuro planejado, ou mesmo no que relaciona ao fator da amizade dela com a Lane, relação com a mãe. E hoje consegui me relacionar mais com o ponto de vista Lorelai – mesmo não tendo atingido o patamar pai/mãe no ciclo da vida. Mas independente disso, acho que puder repensar alguns pontos e ver por outros ângulos. E eis que descobrimos que uma das melhores partes de crescer é mudar e aprender a mudar sempre. E no fim, valeu a viagem.

Agora sobre a temporada especial revival do Netflix Gilmore Girls: A Year In The Life (Gilmore Girls: Um Ano Para Recordar), aí é preciso conversar um pouco sobre esses 4 episódios de aproximadamente 1h38min cada. Eu confesso que dei uns vários passos para trás, não li ou busquei informações sobre temas, boatos e até quem tinha confirmado do elenco. Ainda reflito se foi uma boa escolha, porque ainda assim o monstro da expectativa se formou, retroalimentou e ficou gigante. Esperava muito, e mesmo que os episódios tentassem, não respondiam ao que eu imaginado. Claro que eu não esperava algo inovador, algo fora da curva ou que fosse explodir cabeças por todos os lados. Dito isto, e apesar disto, ainda assim houve decepção.

A correria e os pulos meio doidos de tempo nas viagens da Rory para Londres – que eu deixeis de lado depois de um tempo como se fosse uma coisa meio Glória Perez e suas viagens a jato Brasil/Marrocos. Eu aceitei isso e segui, assim como aceitei boa parte das entradas desnecessárias em piadas sem graça ou com mero cunho nostálgico mas que em nada acrescentaram à trama ou à evolução dos personagens. Eu entendo que foi intencional em boa parte como um presente ou homenagem aos fãs da série que esperaram por 9 anos por esse momento. Mas ainda assim foi um pouco triste.

Momentos emocionantes valeram o revival, como a despedida ao Richard e a ligação de Lorelai para a mãe; a primeira cena de Lor e Rory juntas; o reencontro com Sookie; entre vários outros claro, mas esses três foram os meus favoritos.

Fora a expectativa não alcançada, e o misto de nostalgia e saudosismo, foi uma boa experiência no final das contas.

 

Deu na Caixola #2 – “Isso é tão Black Mirror!”

 

Neste episódio Claudia e Rafael conversam sobre a série Black Mirror. Um papo descontraído apresentando a série, comentando episódio a episódio, falando besteira e com dicas de coisas interessantes. 
Que tal embarcar nessa viajem que é Black Mirror, nesse podcast que você sabe que atrasa, mas não falha?!

Por enquanto em doses mensais, se tudo der certo. Mas com muita sorte, a frequência aumenta.

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Link das dicas:

 

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Séries Coreanas – Doramas para suspirar

De uns tempos para cá, além de consumir mais séries que filmes eu tenho buscado séries com episódios mais curtos para intercalar com aquelas longas (seja na quantidade ou na duração de cada episódio). Além disso, dá para aproveitar aquele tempo curto que aparece entre uma tarefa ou compromisso, sem ficar picotando em partes ou ficar “presa” até acabar. Claro que alguns seriados, com seus episódios de 50 minutos ou mais ainda tem espaço, mas esses eu reservo para ver com calma. Separo um dia/noite da semana e aplico o ritual de sentar em frente à tv e assistir completo (evitando pausas). Mas às vezes aquela vontade de algo leve e descompromissado bate, e é sempre bom contar com aquela série de 20 minutos ou menos – sim, eu encontrei séries com menos.

Daí, e de muitas indicações da Senhora Netflix, eu conheci o mundo das séries Coreanas. Pois é, e meio que escolhendo por duração, antes mesmo de ver a sinopse engatei em algumas coisas que me fizeram questionar minha sanidade a princípio, mas que depois eu consegui desencanar e aceitar que era diferente e ok. Não sei os títulos originais, só como apareciam na Netflix, então se estiver errado, não me julguem.

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Tudo começou com Noble, My Love. Meio dramédia, leve e quase bobinha, apenas 1 temporada com 20 episódios numa média de 15 minutos cada – alguns tem menos. Vou confessar que eu não sei como consegui chegar ao fim, mas quando cheguei já estava ok com as atuações acima do exagero normal. Eu achei um mix de Orgulho e Preconceito + Cinquenta tons de cinza (super hiper light) + Crepúsculo (só na idealização do afeto exagerado) e algumas outras coisas que que não consigo identificar. Mas assim, para desopilar o fígado e abstrair do mundo entre uma tarefa e outra, vale. Passa rapidamente e de forma quase indolor – é só esquecer o senso crítico um pouco e relaxar. (Sim eu meio que me segurei ao ver alguns comportamentos super errados, muitos machistas, muitos obsessivos, questionando minha racionalidade de estar ali…)

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E depois dessa leveza toda acabar eu fiquei curiosa com séries do gênero e cacei outras. Sempre levando em conta a duração dos episódios para manter essa vide sem compromisso suave. Depois de uma indicação da Netflix (novamente) e do aplicativo de séries que resolvi testar – o TVShow Time – encontrei a 9 Seconds – Eternal Time.

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 Estrelado por Lee Joo Seung e Na Hae Ryung.

Num encontro do acaso na vizinhança de um estúdio fotográfico, Yoo So Ra (Na Hae Ryung ) e Kang Yoo Chan (Lee Joo Seung) desenvolvem um romance de fotografia perfeita com a ajuda de uma câmara mágica que pode congelar o tempo.

Muito melhor em relação à enredo e atuações. Uma história curta e emocionante. Você pode não notar, mas ninjas cortadores de cebola espreitam você a cada episódio.

Eu recomendo, são 5 episódios de em média 13 minutos cada. E não tem enrosco para encontrar, tem lá no Netflix, e em sites de séries Coreanas. Vale além da história, pela estética muito bem elaborada, imagens lindas, tecnologia de ponta para o padrão de séries…

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Por hoje vou deixando essas duas aqui como exemplos. Ambas estão lá no Netflix, e vale pela curiosidade de conhecer produções diferentes e curtinhas. E sim, depois o meu catálogo ficou com vária indicações diferentes e de séries semelhantes. Essa curtinhas valem para o horário do almoço, aquela espera básica…

Espero que goste da indicação.

Se conhece mais títulos, indica aqui nos comentários,  vai ser legal compartilhar e quem sabe depois a gente não faz postagem ou mesmo um podcast sobre o tema.

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Long live the queen

Já faz um tempo que eu desisti de Once Upon A Time (OUAT), e não me sinto culpada por isso. Quando chegou lá na fase Frozen eu já era a dispersão em pessoa e nas poucas vezes que via era para rever Regina a maravilhosa Evil Queen (Lana Parrilla) que geralmente salvava pelo menos quando aparecia.

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Revendo – Gilmore Girls

Voltei a assistir Gilmore Girls, meio que onda da animação geral das pessoas com a nova temporada pelo Netflix. Eu tinha acompanhado muito pouco na época da série, e geralmente através do SBT porque eu não tinha tv a cabo naquela época. Mas os horários e a programação não me ajudaram muito a ser uma espectadora assídua. (mais…)

JANE THE VIRGIN (1ª TEMPORADA)

Você já ouviu falar da série Jane the Virgin? Vou falar um pouco dela por aqui hoje, mais especificamente da 1ª temporada. E antes de qualquer coisa, permita-se conhecer e se dispa do preconceito do dramalhão e vamos juntos.

Sinopse: Adaptada do novela venezuelana de sucesso, a série contará a história de uma jovem mulher devota que descobrirá foi inseminada artificialmente por acidente. (mais…)

Stranger Things

Em um mundo repleto de séries, com tantas indicações vindas de todos os lados, é mais que natural a gente questionar o porque dar abertura para mais uma novidade do momento. E muito além de nomes de elenco, de produção com mega orçamento, de divulgação em mídias variadas, ou o burburinho nas redes sociais… qual o seu critério para dar uma chance e testar uma novidade?

Eu me rendi depois de ver as referências que fazia aos filmes e temas que me eram caros. E em especial depois de ler uma citação de Stephen King elogiando não só a série como a atuação de Winona Ryder.

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“STRANGER THINGS é pura diversão. A+. Não perca. Winona Ryder brilha.”

Depois disso, não teve muito como fugir da curiosidade monstro e me rendi, e consegui a muito custo levar comigo nessa viagem o marido, que mesmo estando mais ressabiado do que eu, depois do primeiro episódio já estava mais do que conquistado. (mais…)

Sobre a vida e os 30’s

Sobre a série:

A série acompanha a vida, nos âmbitos pessoal e profissional, de Dev (Aziz Ansari), um ator de 30 anos de Nova York que tem problemas para decidir o que quer comer, mas não para decidir qual caminho quer seguir para o resto de sua vida. Ambiciosa, divertida, cinematográfica e intensamente pessoal, a história de Dev o leva a mergulhar em diversos temas, desde direito dos idosos à rotina dos imigrantes em um país estrangeiro.

Eu ouvi recomendações dessa série no podcast Um Milk Shake Chamado Wanda, mas foram muito breves na temática e nos assuntos tratados nela. Demorei, enrolei, mas lá fui eu conferir. (mais…)

Série: Suspense e segredos em Broadchurch

Ainda na linha “Por que eu não tinha visto isso ainda?”, segue uma grata descoberta que muito provavelmente passou desapercebido pelo radar de muita gente. A série britânica BROADCHURCH, originalmente do canal ITV, aqui no Brasil está passando pelo +Globosat.

Engatei um episódio aleatório, por distração ao mudar de canal, acabei ficando pela curiosidade de ver o David Tennant, acabei me surpreendendo e assistindo dois episódios consecutivos do meio da trama. Fiquei intrigada e busquei os primeiros e encontrei no serviço de streaming da Globosat, ou seja, dá para acompanhar a primeira temporada tanto na TV quanto pelo streaming – dentro da legalidade e sem aqueles perrengues. Pelo que entendi, várias operadoras disponibilizam o canal nos pacotes, foi só entrar com o usuário e senha da operadora para ter acesso. (mais…)

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