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Magia ao Luar

Em busca de algo leve para assistir, com dois atores que eu gosto muito e me deparo com esse filme. Confesso que só vi que era do Woody Allen, diretor que eu tenho evitado um pouco devido a algumas controvérsias. E mesmo gostando muito do Collin Firth e da Emma Stone eu não sabia como seria a relação de ambos em tela juntos, e lá fui eu me arriscar em um filme às cegas – mais pelos dois atores e sem saber nada da história e como seria.

Resultado de imagem para magia ao luar posterMagia ao Luar

Título original: Magic in the Moonlight (2014)

Direção: Woody Allen

Gênero: Romance, Comédia, Drama

Duração: 97 minutos

Sinopse: Stanley (Colin Firth), um talentoso mágico, é contratado para desmascarar uma simpática jovem que afirma ser médium. Inicialmente cético, ele aos poucos começa a duvidar de suas certezas e se vê cada vez mais encantado pela jovem Sophie (Emma Stone).

 

 


Trailer:


 

Escrivinhando sobre o filme:

Não saber o que esperar e não ter expectativa é sempre uma boa, na verdade uma ótima chance de não ter uma decepção e se desencantar. E tendo em vista que eu tinha em mente apenas como seria a interação entre Colin e Emma, fui presenteada com uma bela surpresa – bela e agradável.

Uma história bem aos moldes de ‘Orgulho e Preconceito’, onde a jovem de origem simples, humilde e até mesmo duvidosa vai chamar a atenção do homem com uma origem e estrutura confortável dentro da sociedade e que questiona as qualidades da moça e tenta provar que ela não pertence àquele meio, e até desmascará-la. E como já esperado pela linha do filme, mesmo pelo diretor, vai render uma tensão romântica entre o casal. Leve e gostoso de ver, com figurinos de cair o queixo e locações encantadoras. A história te deixa a pergunta entre o que é mais válido a lógica e a emoção.

Está no catálogo da Netflix, e vale para aquela tarde ou noite que pede um pouco de romance e um filme leve para curtir.

Logan

 

Daí você se prepara para ver o último filme do Hugh Jackman como Wolverine, imagina que vai ser bom depois de criar expectativa com o trailer e o hype. Mas será que vai ser realmente essa coisa toda? Vem ver…

Resultado de imagem para logan poster cinema nacionalLOGAN

Título original: Logan (2017)

Direção: James Mangold

Roteiro: Michael Green, David James Kelly

Sinopse: Em 2024, os mutantes estão em declínio e as pessoas não sabem o motivo. Uma organização está transformando as crianças mutantes em assassinas e Wolverine, a pedido do Professor Xavier, precisa proteger a jovem e poderosa Laura Kinney, conhecida como X-23. Enquanto isso, o vilão Nathaniel Essex amplia seu projeto de destruição.


Trailer:


Sobre o filme:

Depois de 17 anos acompanhando Hugh Jackman como Wolverine, chegou a hora de se despedir dessa dupla. Foi também a despedida do querido Isaac Bardavid como dublador deste personagem depois de tantos anos (23 anos) dando voz e vida ao personagem carrancudo e tão amado.  Ninguém disse que seria fácil, e realmente não foi, mas pelo menos foi em um filme que honrou e deu ao personagem e ao público um encerramento digno e emocionante.

Logan não é um filme sobre heróis, mas sim um filme sobre a vida, sobre envelhecer e também sobre amizade e companheirismo. Ele tem mais do que uma história de ficção de mutantes com poderes, fala de superar e sobre perder. E assim como essas coisas não são fáceis mas dolorosas, também é o filme – de uma forma boa. Mas muita calma, ainda é um filme com e do Wolverine, então tem sim muita ação e violência, então essa mistura entre o drama e a pancadaria são feitos de um forma tão bem feita que se justifica dentro da trama.

Essa despedida não só de Logan, mas também de Patrick Stewart como Professor Xavier e talvez até de uma fase dos X-Men como tínhamos até o momento – um futuro novo reboot quem sabe? Mas o importante é que aqui temos um filme que valeu a espera. E mais uma coisa, o choro e a emoção são livres.

A Chegada (Arrival)

Só tenho a agradecer por todas as indicações que li e ouvi nos podcasts RapaduraCast e Mamilos, em especial a dica de como ver/o que esperar. Um disclaimer bom foi que apesar de um filme de ficção científica, de ter a trama dos seres que chegam na terra, apesar dessas coisa o tema principal é a humanidade, a comunicação.

A Chegada
Título original: Arrival (2016)

 

Direção: Denis Villeneuve

Gênero: Drama/Ficção Científica

Duração: 1h58min

Sinopse: Naves alienígenas chegaram às principais cidades do mundo. Com a intenção de se comunicar com os visitantes, uma linguista e um militar são chamados para decifrar as estranhas mensagens dos visitantes.

 


Escrivinhando sobre o filme:

E o que dizer quando mesmo com o disclaimer que poderia ser quase um spoiler não te prepara para o que virá? Quando um filme não poderia dizer mais e ser entregue em melhor momento? A Chegada é um filme que fala de uma situação hipotética e fictícia, mas ainda assim tão verossímil e com tanta relevância ao nosso momento histórico. Em tempos que a comunicação é deixada de lado. Quando não há diálogo, mas sim as imposições e o medo, que nos guia em decisões e posições questionáveis.

É interessante como ele passeia, quase brincando, pelas nossas conclusões ao longo da apresentação da personagem Louise. Ele não mente ou te engana, mas te apresenta as coisas sem explicar, e você vai montando um teoria, para depois descobrir que não era o que você deduzia. Além disso, ele não fica te explicando as coisas… sabemos e aprendemos junto com os personagens, somos colocados ao lado deles para evoluir no entendimento juntamente com eles. E descobrir a revelação, junto com Louise, é importante para preservar a experiência, então vou manter o controle e segurar os Spoilers. Mas digo que pela primeira vez consegui ver Amy Adams e adimirar o trabalho dela como atriz, sem notar que ela estava se esforçando para atuar… mas apenas acreditar nas emoções e me deixar levar pela história.

Fico por aqui, com a indicação de que vejam o filme e se permitam descobrir essa história.

 


Trailer:

La La Land : Cantando as Estações

Numa ansiedade enorme para conferir nos cinemas o filme que vem se destacando e colecionando indicações. E Já aproveitando que se trata de um musical com cara de nostalgia pura, aproveitei e conferi na sessão Drive-In lá no Cine Belas Artes Caixa, com direito a banco de carro e conforto com uma pegada retro. Os únicos poréns são: a sala fica um pouco clara porque a lanchonete fica funcionando durante a sessão, e a reprodução não ser em alta definição plena. Mas esses dois eu decidi relevar pela experiência da sala e filme como um todo.

La La Land – Cantando as Estações

Título original: La La Land (2016)

Dirigido por: Damien Chazelle

Duração: 2h08min
Gênero: Drama / Romance / Musical / Comédia
País de origem: EUA
Classificação: Livre

Sinopse: Mia, uma aspirante a atriz, e Sebastian, um talentoso músico de jazz que está se dedicando a carreira, se encontram em uma cidade conhecida por destruir esperanças e quebrar corações. Em busca de oportunidades para suas carreiras, os dois jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo enquanto perseguem fama e sucesso.


Escrivinhando sobre o filme:

Mesmo com a expectativa no nível alto, devido tantas resenhas e indicações, não houve espaço para decepção. Imagina um misto de uma leveza, uma brisa de esperança e de sonhar, pois bem foi assim que funcionou comigo. Logo eu, que sou apaixonada por musicais ao estilo clássico da era de ouro de Hollywood, fiquei como? Lágrimas nos olhos definem da emoção de tanta delicadeza e beleza. Não só esteticamente, como o roteiro é lindamente executado.

Lembra a magia que o cinema pode proporcionar ao espectador. Com um roteiro que desafia a realidade bruta e busca o sonho e a realização desses sonhos, não se deixando engolir por um mundo que devora os sonhos para que eles se encaixem no que é considerado viável e aceitável. Indo contra a corrente da correria e do fazer por fazer para atingir algo que não é parte de você, mas ditado pelo senso comum do que é sucesso ou mesmo felicidade. É preciso que sonhemos, e não apenas isso, que tenhamos a coragem de ir atrás, mesmo que pareça louco ou irracional, sonhar é preciso.

Esse filme é um pouco sobre isso. Sobre como poder sonhar é manter a magia viva dentro de nós. Sobre como realizar esse trajeto pode ser demorado e doloroso, mas válido. E como ter pessoas que comprem essa idéia com você pode fazer a diferença. Senti que é muito sobre possibilidades/probabilidades, como as coisas acontecem de acordo com as escolhas e como tudo pode ser algo diferente a partir de uma escolha diferente.

Emma Stone sempre me deixa apaixonada em seus filmes – mesmo os mais bobos me ganham por ela. Ela parece nem estar atuando, é como se fosse ela mesma, ali toda fofa e sonhadora. Ryan Gosling consegue encantar sendo do cara mais dramático ao mais romântico e sonhador. Os dois juntos tem algo que desconcerta, que deixa você rendido e esperando pelo que virá. Sejam dançando, cantando, ou em pleno silencio enquanto se entreolham. E dá para ver que o Diretor Damien Chazelle sabe o que está fazendo, que sabe lidar com música como elemento principal~, até porque ele já tem no seu currículo o aclamado Whiplash. Dá para notar tantas referências e homenagens aos clássicos, para uma conferida tem até um vídeo que junta algumas referências bem claras que o longa faz. Dá uma olhada no vídeo:

Enfim, tentar falar sobre sem contar o final é realmente um desafio que está me torturando a esse ponto. Mas de maneira geral, mesmo que você não goste de musical como gênero, se tiver a mente aberta e se permitir experimentar, pode ter a mais grata surpresa ao assistir La La Land.


Trailer

Hurricane Bianca

Um passeio pela Netflix e encontro o filme da Bianca Del Rio, e como eu poderia não assistir? O fato de você gostar ou não de RuPaul’s Drag Race, de ter torcido ou não pela Queen Bianca, vai interferir e muito no seu modo de ver esse filme.

Hurricane Bianca

Título original: Hurricane Bianca (2016)

Dirigido por: Matt Kugelman

Duração: 84 minutos
Gênero: Comédia
País de origem: EUA
Sinopse: ​Richard, um professor nova-iorquino, muda-se para uma pequena cidade do Texas, onde acaba sendo demitido por ser gay. Para se vingar, ele retorna ao cargo como Bianca, uma mulher cheia de ódio. Atual, comovente e engraçado, Hurricane Bianca é a busca de uma pessoa por si mesma enquanto finge ser outra.


Escrivinhando sobre o filme:

Uma comédia meio exagerada, escrachada e beirando o clichê, mas ainda assim muito interessante porque toca em várias questões que valem ser mencionadas. Intolerância, preconceito, bullying e auto descoberta.

Mas, como disse no início, se você já conhece e gosta de Drag Race e da Bianca, provavelmente vai te influenciar. Porque você vai torcer um pouco mais, independente do baixo orçamento e roteiro fraco, e até das atuações meio galhofas.

Vale as risadas e as sacadas da Bianca, mas não passa muito disso.


Trailer:

Lista de Filmes para Ver

O mundo cinematográfico é cheio de filmes novos lançados o tempo todo, mas nem todos chegam até nós com a mesma divulgação, na verdade muitos nem chegam ao nosso conhecimento, ainda mais se você não vai buscar. Sejam produções pequenas, independentes ou apenas por decisão dos estúdios ou distribuidoras, a lista é grande.

Estava vendo trailers de filmes que quero ver em 2017, lançamentos que estão por vir nesse ano, e de repente me deparei com vários filmes que chamaram minha atenção mas que são de anos atrás e que eu nem mesmo tinha conhecimento. Daí comecei a listar para poder correr atrás deles para conferir, tem de tudo um pouco e com atores que costumam chamar audiência ou pelo menos atiçam curiosidade por estarem no hype. Alguns até chegaram, mas passaram meio despercebidos e se você não ouviu falar, nem viu o trailer, acho que pode se interessar com essa espiada. Separei 7 filmes para compartilhar:

 

1- A Luta Por Um Ideal / Won’t Back Down (2012)

Inconformadas com a situação precária da escola de seus filhos, uma professora e uma mãe unem forças para lutar por um futuro melhor para as crianças de sua comunidade.

 

2 – As Palavras / The Words (2012)

Um famoso autor em crise conta a história de seu mais novo livro. Com dificuldades para publicar seu primeiro romance, ele encontra um antigo manuscrito sem dono e decide publicá-lo como se fosse seu.

 

3 – Dois Lados do Amor / The Disappearance of Eleanor Rigby (2014)

Conor Ludlow e Eleanor Rigby são casados, mas a dor de um trágico acontecimento a faz deixar o marido. Enquanto ela tenta recomeçar, ele tenta reencontrar o amor desaparecido e entender o que de fato aconteceu.

 

4 – Regressão / Anna (2014)

Anna Greene, 16 anos, é filha de um dos casais mais ricos dos Estados Unidos. A inteligente e manipuladora jovem acaba de passar por um grande trauma relacionado à sua família. Para investigar o caso, é convocado o detetive John Washington, que tem o poder de entrar na mente das pessoas. Cabe a ele determinar se Anna é inocente ou uma sociopata capaz de assassinato.

 

 

5 – Lições em Família / Wish I was Here (2014)

Aidan Bloom é um ator, pai e marido, que com 35 anos ainda sonha em encontrar sua identidade ou um propósito para sua vida. Aidan e a esposa sofrem financeiramente e a relação não melhora com o fato de que ele passa boa parte do tempo sonhando em ser um grande e futurístico guerreiro espacial, um sonho seu desde pequeno.

 

6 – Encalhados / Laggies (2014)

Quando uma jovem mulher irresponsável e imatura (Keira Knightley) recebe um pedido de casamento de seu namorado, ela entra em crise. A primeira ideia é fingir que precisa fazer um retiro em busca de auto conhecimento profissional, mas de fato ela se esconde na casa da sua nova melhor amiga, a adolescente Annika (Chloe Grace Moretz).

 

7 – A Autópsia / The Autopsy of Jane Doe (2016)

Tommy Tilden (Brian Cox) e Austin Tilden (Emile Hirsch), seu filho, são os reponsáveis por comandar o necrotério de uma pequena cidade do interior dos Estados Unidos. Os trabalhos que recebem costumam ser muito tranquilos por causa da natureza pacata da cidade, mas, certo dia, o xerife local (Michael McElhatton) traz um caso complicado: uma mulher desconhecida foi encontrada morta nos arredores da cidade – “Jane Doe”, no jargão americano. Conforme pai e filho tentam descobrir a identidade da mulher morta, coisas estranhas e perigosas começam a ocorrer, colocando a vida dos dois em perigo.

 

Se você já assistiu algum, ou se tem mais dicas para filmes que passaram desapercebidos compartilha nos comentários a sua opinião.

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Caça Fantasmas (2016)

Tentando fugir do hype negativo, esperei para poder conferir com mais calma e com menos pressão de expectativa. Às vezes a tática funciona, outras nem tanto, mas vale tentar. Se funcionou ou não nesse caso, vem comigo que eu já te falo…

Caça Fantasmas

Título original: Ghostbusters (2016)

Dirigido por: Paul Feig

Duração: 1 hora 57 minutos
Gênero: Fantasia, Aventura, Comédia, Ação
País de origem: Eua
Classificação: 10 anos

Sinopse:  Atualmente uma respeitada professora da Universidade de Columbia, Erin Gilbert (Kristen Wiig) escreveu anos atrás um livro sobre a existência de fantasmas em parceria com a colega Abby Yates (Melissa McCarthy). A obra, que nunca foi levada a sério, é descoberta por seus pares acadêmicos e Erin perde o emprego. Quando Patty Tolan (Leslie Jones), funcionária do metrô de Nova York, presencia estranhos eventos no subterrâneo, Erin, Abby e Jillian Holtzmann (Kate McKinnon) se unem e partem para a ação pela salvação da cidade e do mundo.


Escrivinhando sobre o filme:

Levando em conta que se passa num universo em que os casos dos dois primeiros filmes dos anos 80 não aconteceram, e que não se refere a uma continuação ou mesmo um reboot, mas sim como uma homenagem ou mesmo uma nova abordagem ao tema, respeitando referências. Nesse sentido funciona muito bem. Seja nos looks, personalidades ou mesmo na trilha que resgata um pouco da essência dos primeiros filmes.

É divertido, meio bobo – mas os outros também eram quando revejo hoje. A motivação do vilão realmente não cola, mas ainda assim diverte. São atrizes muito boas em fazer humor/comédia, elas tem um timing muito bom, assim como uma energia boa juntas, mas tem algo que ficou faltando. Não sei o que foi, mas ficou um buraquinho, algo que não entregou, mas ainda assim funciona como um filme para ver e se divertir com a família. As personagens são interessantes, funcionam bem juntas e isso faz a liga que compensa os pontos fracos que possamos encontrar no caminho.

E sobre todo o burburinho que rendeu sobre as pessoas nem terem visto e já odiarem por ser um filme com mulheres, um grande e sonoro ME POUPE. O gênero não fez diferença no enredo da história a ponto de estragar algo ou ser uma afronta absurda. Mas faz diferença para que muitas meninas possam crescer com modelos nas telonas que passam longe de donzelas, princesas, garotas que só querem saber de encontrar o amor e serem salvas. É importante e muito saudável, oferecer papéis diferentes, como mulheres inteligentes que não ficam em função do sexo oposto ou do que a sociedade julga como feminino. Cresci num universo em que os personagens mais legais, aventureiros e divertidos eram vividos por homens, e no contraponto disso as mulheres ou eram em sua maioria aquele esteriótipo feminino, delicado e frágil, ou pulavam para algo sexualizado ao extremo (Exemlpo de Elvira a Rainha das Trevas) ou já iam ao quase masculinizado (Ripley de Alien ou a Sarah Connor do Exterminador – que pula de mocinha do primeiro filme para uma brucutu no segundo filme). Mas ter variedade de papéis e personagens, opções para encontrar algo que fale ou represente algo mais próximo de você, isso importa e muito. Seja em relação a gênero, cor, ou qualquer que seja o caso.

É triste ver gente que nem viu e já dizer coisas horríveis, ou pessoas que já vão ver pensando em detonar o filme. Cá entre nós os antigos não eram essa maravilha toda, quando a gente revê hoje em dia. Eles são divertidos e nostálgicos? Sim, claro que são! Eu mesma paro para rever vez ou outra. Mas se você olhar bem, vai notar que também tem furos no roteiro, que os personagens não evoluem ou que mudam de profissão completamente como é o caso da personagem da Sigourney Weaver, mas ele diverte, muito mais pelo fator de nostalgia que sentimos ao lembrar da infância e de quando assistimos pelas primeiras vezes.

Em resumo, vale como filme leve para divertir, rir um pouco e matar um tempo comendo pipoca e rindo ao encontrar as referências e homenagens. Mas não vale se você for ver com aquela idéia formada de que vai ser ruim por que são elas… ou de que será uma obra prima do cinema. É sessão pipoca!

 


Trailer:

 

Podcast Deu Na Caixola – #03 – O Iluminado

E nesse terceiro episódio do podcast Deu Na Caixola, Claudia Poulain e Rafael Pedago trazem uma conversa sobre o clássico filme O Iluminado, do Stanley Kubrick, baseado no livro do Stephen King.

Em uma conversa solta e descompromissada, comentando um pouco do filme, do livro e das impressões de rever depois de tantos anos essa obra prima do cinema. Comparando um pouco com o livro e as atuações de Jack Nicholson  e Shelley Duvall nessa adaptação.

Vem com a gente nessa conversa, compartilhe sua opinião, mande um feedback para o podcast poder conhecer melhor quem está fazendo parte dessa história que estamos começando através do nosso Facebook do Box Of Me ou a página do podcast, nossas redes sociais estão à disposição. Assim como o nosso e-mail.

E-mail

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Redes Sociais do podcast:

Indicações feitas no programa:

Moana – Um Mar de Aventuras

E como uma criança feliz, lá fomos nós ao cinema para conferir Moana e ver o que realmente tem feito as pessoas falarem e se encantarem com essa mais nova animação da Disney.

Moana – Um mar de aventuras

Título original:  Moana (2017)

Dirigido por: John Musker e Ron Clements

Duração: 1hora 53 minutos
Gênero: Animação, Família, Aventura
País de origem: Eua
Classificação: Livre

Sinopse: Moana Waialiki é uma corajosa jovem, filha do chefe de uma tribo na Oceania, vinda de uma longa linhagem de navegadores. Querendo descobrir mais sobre seu passado e ajudar a família, ela resolve partir em busca de seus ancestrais, habitantes de uma ilha mítica que ninguém sabe onde é. Acompanhada pelo lendário semideus Maui, Moana começa sua jornada em mar aberto, onde enfrenta terríveis criaturas marinhas e descobre histórias do submundo.


Escrivinhando sobre o filme:

Imagine uma animação tão bem feita que faz você ficar em choque…

Imaginou? Pois bem, assim é Moana!

Visualmente deslumbrante, com uma riqueza em detalhes que assombra. Texturas, movimentos, detalhes… tudo feito com tanta riqueza que eu mal podia acreditar. Voltei a me sentir criança, deslumbrada com tanta beleza. As músicas são lindas, as referências à cultura Maori, os Hakas, as danças são emocionantes.

A história, oque dizer? Personagem forte, carismática e que não depende de um interesse romântico para evoluir. Dessa vez a Disney acertou lindamente. Moana diverte e encanta, traz reflexões importantes, acrescenta.

Gosto das princesas clássicas, mesmo consciente de como elas representam alguns posicionamentos ultrapassados em relação à figura feminina e a posição dela na sociedade – frágil, dependente ou omissa. Desde Valente começou a mudar um pouco esse posicionamento, mesmo em enrolados há um pouco disso – ainda que em proporção menor. Mas Moana é a busca pelo auto conhecimento, reconhecimento de seu valor e a coletividade. Fala conosco em diversos níveis, por vários motivos. Ela é forte e delicada, estabanada e muito determinada, sem falar que mesmo assustada e temerosa busca sua força na estrutura familiar, no conceito de comunidade.

O interessante é que o questionamento do filme começou já na animação que precede o longa, desde ali eu já estava rendida e entregue.

Assista no cinema, vale muito o investimento. Seja com uma criança ou sozinho, você tem grande chance de se encantar também.


Trailer

 

O Bebê de Bridget Jones

Eu demorei, mas cá estou para me redimir com a terceira e final(?) parte da trilogia Bridget Jones. Em boa parte porque tive receio de dar adeus, e em outra por medo da decepção. Mas resolvi enfim deixar esse medo de lado e abraçar o saudosismo e reencontrar minha amiga Bridget para saber a quantas anda sua vida. E lá vamos nós…

 

O Bebê de Bridget Jones

Título original:  Bridget Jone’s Baby (2016)

Dirigido por: Sharon Maguire

Duração: 123 minutos
Gênero: Comédia , Romance
País de origem: Reino unido, Irlanda, França, Eua
Classificação: 12 anos

Sinopse: Bridget está focada em sua solteirice e em sua carreira quando descobre que está grávida. Após ter dormido com um desconhecido e com seu amor do passado, Mark, ela não sabe quem é o pai.


Escrivinhando sobre o filme:

Já começo agradecendo por não ter tido o mesmo tema do terceiro livro – não saberia lidar com a perda de Darcy, não aceitaria de forma alguma que ele partisse e não estivesse por perto. Pode torcer o nariz, eu não ligo, mas tenho um crush pelo Mark Darcy, assim como pelo Darcy personagem da Jane Austen e isso não é negociável. Dito isto, eu estava meio desconfiada de como seria um novo filme, como seria retornar a essa história que me parecia ter findado bem lá no segundo filme. E com os trailers e todas as resenhas que pularam na timeline e tanta gente falando, eu resolvi entrar na caverna e tentar escapar o quanto pude até finalmente criar a coragem de voltar ao universo Bridget.

Foi como rever uma velha amiga (sem trocadilhos), parceira de bons e maus momentos – desde aquela paixonite aguda ou de uma bela foça com pipoca e brigadeiro. Reencontrar toda a turma, ela, os amigos, pais, Mark… e esperar por algum vislumbre de Daniel… Valeu a espera, valeu o retorno. Ok, que o roteiro é bem previsível, mas gente, é a Bridget, não esperava muito além. Mas com boas mudanças, com aquela atualização que o amadurecer traz e fazendo graça com a idade, e com as referências.

Um filme divertido, leve e com aquele toque de romance para derreter o coração quando vem aquele dia da bad. Mas ainda tenho os dois primeiros como favoritos de longe – como ganhar daquelas disputas de pernas entre Daniel e Mark? Ou mesmo do suéter de natal de Jones e Darcy? Enfim, começou bem, no ritmo dos anteriores e vai ficando longo e quase passa a linha do tedioso, mas quem tem Emma Thompson e Colin Firth já me ganha até o final do filme alegremente.

Dica para aquele dia que você não sabe o que quer ver, mas quer algo leve, que te faça rir, com uma boa dose de nostalgia.


Trailer


 

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