Tag Archive: Suspense

The Silenced

Depois de tantos meses com esse filme no topo da lista de indicações na Netflix, resolvi dar um chance. Regra máxima de não saber muito e sem ver trailer, contando apenas com a mínima e quase nada informativa sinopse da Netflix. O que resultou? Vem ler comigo…

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The Silenced

Título original: Gyeongseonghakyoo: Sarajin Sonyeodeul (2015)

Direção: Lee Hae-Young (II)

Gênero: Suspense, Mistério, Thriller, Terror

Duração: 99 minutos

Sinopse: Joo-Ran, uma menina doente, se transferências para um novo internato para recuperar a saúde. Mas ela descobre que as alunas estão desaparecendo e percebe mudanças anormais acontecendo com seu corpo. Ela suspeita que a escola é responsável pelo o que está acontecendo e tenta descobrir o segredo que está escondido.


Trailer:

 


Sobre o filme:

Tem indicação de filme de terror em alguns lugares, mas eu não o definiria assim. Tem muito mais do suspense e mistério, quase um thriller que guarda surpresas que usar o termo terror pode levar o expectador a ter uma idéia muito errada, já que as pessoas já são levadas a esperar por algo sobrenatural, de monstro ou algo muito gore. Mas tirando isso, vamos ao ponto.

Filme sutil, com um ar de mistério que por si só já deixa uma tensão no ar. E a estética do filme, o que dizer além de elogiar? Seria bem difícil não me encantar pelas sutilezas e cores.

Vale uma chance para conhecer.

 

 

 

A Colina Escarlate

Depois de muito ouvir e ler criticas e reclamações, mesmo com dois atores que eu admiro e que geralmente rendem bons filmes e do próprio Guilhermo Del Toro carregar o filme com seu nome e visual. Fui desesperançosa e com muitas dúvidas sobre o que veria – lembrando como me senti em relação ao MAMA, que me deixou um pouco desapontada. Ainda assim, tentei ir com a mente aberta, sem julgar …


A Colina Escarlate

Título original: Crimson Peak (2015)

Dirigido por: Guilermo Del Toro

Duração: 119 minutos
Gênero: Fantasia, Drama, Terror, Suspense
País de origem: Canadá e EUA
Classificação: 16 anos

Sinopse: Apaixonada pelo misterioso Sir Thomas Sharpe (Tom Hiddleston), a escritora Edith Cushing (Mia Wasikowska) muda-se para sua sombria mansão no alto de uma colina. Habitada também por sua fria cunhada Lucille Sharpe (Jessica Chastain), a casa tem uma história macabra e a forte presença de seres de outro mundo não demora a abalar a sanidade de Edith.


Escrivinhando sobre o filme:

A atmosfera do filme é muito interessante, as cores, cenários, figurinos, visual e sonoramente o filme encanta, como já havia sido observado por várias pessoas. O roteiro promete o suspense seguido de um terror, mas faltou algo.

A química entre Sir Thomas Sharpe (Tom Hiddleston) e Edith Cushing (Mia Wasikowska) é quase inexistente, não tem veracidade ou mesmo dá liga, deixa uma impressão clara de atuação, não faz com que o espectador se importe ou relacione com os personagens. E ver a Jessica Chastain tão desperdiçada, quase apagada em tela, chega a dar uma tristeza. Ainda assim eu segui tentando não julgar, chegar até o final de mente aberta, foi difícil, mas me esforcei. Edith parecia uma personagem forte e predestinada, com seus sonhos e convicções, mas depois vira uma mocinha tola que se deixa levar do nada por uma “amor” que não exala nem amor, nem paixão. É estranho, é acelerado para que as coisas aconteçam mais rápido e fica solto e perdido.

No geral, não é um mal filme, não mesmo… mas foi executado de forma questionável. Todo o cuidado com o visual foi deixando a trama em segundo plano, e ficou largado e previsível até certo ponto. Levando em conta o visual e as ambientações, eu gostei, mas realmente não sei se assistiria mais vezes – talvez alguns trechos para suspirar novamente nos figurinos. Mas não é tão ruim a ponto de gongar ele para minha lista dos piores filmes… Literalmente já filmes bem horríveis, e esse é bonito e bem feito pelo menos.


Trailer:

Podcast Deu Na Caixola – #03 – O Iluminado

E nesse terceiro episódio do podcast Deu Na Caixola, Claudia Poulain e Rafael Pedago trazem uma conversa sobre o clássico filme O Iluminado, do Stanley Kubrick, baseado no livro do Stephen King.

Em uma conversa solta e descompromissada, comentando um pouco do filme, do livro e das impressões de rever depois de tantos anos essa obra prima do cinema. Comparando um pouco com o livro e as atuações de Jack Nicholson  e Shelley Duvall nessa adaptação.

Vem com a gente nessa conversa, compartilhe sua opinião, mande um feedback para o podcast poder conhecer melhor quem está fazendo parte dessa história que estamos começando através do nosso Facebook do Box Of Me ou a página do podcast, nossas redes sociais estão à disposição. Assim como o nosso e-mail.

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Indicações feitas no programa:

JeruZalem (2015)

Tinha visto esse poster em algum lugar, achei que era um tipo de continuação aleatória do Guerra Mundial Z, mas passei longe, muito longe… Na verdade confesso que esse nem foi um dos motivos que me levou a assistir, foi um misto de curiosidade e insônia que a Netflix ajudou a preencher com mais um filme.

Jerusalém
Título original: JeruZalem (2015)

Dirigido por: Doron Paz e Yoav Paz

Duração: 87 minutos
Gênero: Terror
País de origem: Israel
Classificação: 18 anos

Sinopse: Duas meninas americanas de férias seguem um belo e misterioso estudante de antropologia em uma viagem para Jerusalém. A festa é interrompida quando o trio é apanhado no meio de um apocalipse bíblico. Presos entre as antigas muralhas da cidade santa, os três viajantes deve sobreviver tempo suficiente para encontrar uma saída enquanto a fúria do inferno é lançada sobre eles.


Talvez você conhecça:

Yael Grobglas (Jane the Virgem)


Escrivinhando sobre o filme:

Bom, o que dizer de um filme que não se espera nada, além de algo que ele não é. (como disse no começo, tinha pensado que era algo com o Guerra Mundial Z – muito por conta da grafia na capa/poster)

Começa com uma explicação religiosa paranormal em Jerusalém, que te deixa pensando que vai seguir algo do tipo, mas daí somos levados aos dias atuais, acompanhando duas jovens de viagem (filmado ao estilo diário de viagem, câmera de mão) e por uma paquera, elas deixam de ir para Tel Aviv para ir a Jerusalém. Daí as coisas vão acontecendo meio na correria, meio sem sentido, meio que só pra acabar logo.

Tem umas boas sacadas, tem locações lindas… mas falta liga, falta tanta coisa para que feche bonitinho. Confesso que um dos motivos de eu seguir vendo era a Yael Grobglas, que tem carisma, que segurou boa parte do filme. Porque no mais, sobra um misto de referências e de idéias que não se conversam direito.

Eu que não esperava nada de bom, tive umas boas surpresas – mas não vá esperando muito.

 


Trailer:

O último capítulo (2016)

Como não confiar numa produção NETFLIX, não é mesmo? Claro, depois de Jessica Jones, Demolidor, The Get Down, Stranger Things, entre outros… a gente fica mais que impressionando e meio que se rende. Mas depois lembra que ela pode errar também, basta lembrar de Fuller House (ok, é nostálgico, mas não deu).

A premissa é interessante e intrigante, então apostei que acertos eram maioria e corri para o sofá.

 

O último capítulo
Título original: I Am the Pretty Thing That Lives in the House (2016)

Dirigido por: Oz Perkins

Duração: 87 minutos
Gênero: Terror, Thriller
Páis de origem: EUA
Classificação: 12 anos

Sinopse: Lily (Ruth Wilson) é uma jovem enfermeira que se torna responsável por cuidar de uma reclusa escritora de terror, que decide viver o último capítulo do seu livro em uma casa do século XIX, local que guarda seus próprios segredos assustadores. No entanto, o que parecia ser apenas mais um trabalho qualquer, começa a se tornar um verdadeiro pesadelo para Lily.
Uma produção Original Netflix, estreou em outubro de 2016 no serviço de streaming.


Talvez você reconheça:

Ruth Wilson (Séries: Luther, The Affair)

 



Escrivinhando sobre o filme:

Como disse no início, a premissa é boa, chama a atenção por parecer que vai desenvolver um bom suspense com um pouco de terror.  Bom era o que eu pensava, já que o filme não foi bem por aí. Ritmo arrastado, personagens sem carisma, enredo lento e sem atrativos me fizeram ter dificuldade de chegar ao final, mas lá vamos nós não é mesmo?!

Ele cria uma tensão para algo que não vem, e um suspense que meio que não se resolve. Muita enrolação no meio de um plot que não se desenvolve. Não sou de reclamar de lentidão e essas coisas, mas dessa vez eu não me aguentei.


Trailer:

Despertar dos mortos (2011)

E entre tantas noites de insônia ou buscando algo para assistir em vão, resolvi ceder à esse título que vez ou outra voltava a aparecer como indicação nas listas de recomendação. Claro que não é a escolha mais óbvia ou mesmo a mais adequada para noites de dificuldade com o sono, visto que não relaxa, não acalma, mas ainda assim distrai bastante. E afinal, por que buscar o óbvio quando ele já não funciona mais?

Uma promessa de um filme simples, com uma temática já meio que clássica no campo do terror – confesso que me lembrou um pouco aquela premissa de Cemitério Maldito (1989), mas foi apenas como referência ao ler a sinopse e a questão da perda de uma criança e a busca pelo retorno. Vamos para algumas informações do filme:

Despertar dos mortos
Título original: Wake Wood (2011)

Dirigido por: David Keating

Duração: 90 minutos
Gênero: Drama, Suspense, Terror
País de origem: Irlanda, Reino Unido
Classificação: 16 anos

Sinopse: O veterinário Patrick (Aidan Gillen) e a farmacêutica Louise (Eva Birthistle) perdem a sua única filha, Alice (Ella Connolly). Ainda em luto, eles se mudam para a remota cidade de Wake Wood. Ao saber do ocorrido, o líder do vilarejo (Timothy Spall) lhes oferece para fazer um ritual pagão que trará sua filha de volta por três dias, para que eles possam se despedir propriamente. Eles aceitam, mas quando chega a hora de enterrar Alice novamente, hesitam. Só que conforme o tempo passa, a menina começa a se comportar de forma estranha.


Talvez você vá reconhecer:

Aidan Gillen (Série: GOT)
Timothy Spall (Filme: Harry Potter, Sweeney Todd, Sr. Turner)
Eva Birthistle (Filme: Brooklyn)


Escrivinhando sobre o filme:

O filme pode não ser uma maravilha do terror, mas cria bons momentos de suspense e tensão.  Consegue entregar, mesmo sem muito tempo de tela, a relação amorosa entre os pais e a filha, gerando uma empatia pela dor e intensões meio duvidosas do casal em aceitar entrar nesta situação para ter o tão desejado retorno de sua única filha. Fica fácil se relacionar a essa dor, e ao que leva aos erros cometidos para conseguir o objetivo. Mas desde o início fica claro que algo dará imensamente errado, e que não terá volta.

Uma produção que foge dos mega efeitos, usa de efeitos práticos simples e bem feitos. O roteiro tem alguns furos – a facilidade de um casal arrombar o cemitério e violar a lápide de sua filha é algo impressionante, mas no geral passa e não dói tanto assim ao assistir e encontrar alguns furinhos que podem ser contornados com uma dose de suspensão de descrença básica – como o fato de uma sociedade pequena e afastada, com segredos como este, confiariam em pessoas de fora assim tão facilmente e por receber os serviços de um veterinário de forma integral e irrestrita em troca. Mas assim, novamente, quem sou eu para julgar essa lógica sem lógica alguma, eu aceito e embarco para ver até onde vai – já que às vezes o trajeto é melhor do que o destino final.

 

 

Gostou da dica? Ou já assistiu e quer compartilhar sua opinião? Ou se quiser indicar mais temas para que a gente publique por aqui, é simples – Deixe um comentário logo abaixo, ou fale com a gente pelo nosso e-mail (contato@boxofme.com.br)!

 

Águas Rasas (2016)

Algumas vezes escolhemos filmes sem saber o que esperar, sabendo muito pouco, lendo menos ainda. Parece estranho em tempos de ultra conectividade, mas pode resultar em boas descobertas com baixo grau de decepção. Cobrar menos do que vamos ver, por não saber direito o que esperar ou com o que comparar. É difícil fugir de comentários, até de spoilers, mas pode valer o esforço. E esse filme vale o esforço de ver nas telonas – corre que acho que ainda da tempo.

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Ghoul

Eu e minha seleção de filmes de terror sugeridos pelo Netflix. E ainda tento entender como me deixo enganar por essas indicações. Não vou dizer que esperava uma obra de arte, o filme até que tem uma pegada interessante, mas depois eu juro que fiquei meio perdida e quase desisti. Mas como sou bichinho ruim fiquei até o final, mesmo já estando distraída com praticamente qualquer coisa.

O filme é à princípio um documentário, que vira um filme de terror/suspense  na linha found footage. Gênero já meio manjado, mas que ainda pode render coisas interessantes, um exemplo disso (pelo menos a meu ver) foi o Chernobyl Diaries, mas vamos seguir falando de Ghoul. (mais…)

Stranger Things

Em um mundo repleto de séries, com tantas indicações vindas de todos os lados, é mais que natural a gente questionar o porque dar abertura para mais uma novidade do momento. E muito além de nomes de elenco, de produção com mega orçamento, de divulgação em mídias variadas, ou o burburinho nas redes sociais… qual o seu critério para dar uma chance e testar uma novidade?

Eu me rendi depois de ver as referências que fazia aos filmes e temas que me eram caros. E em especial depois de ler uma citação de Stephen King elogiando não só a série como a atuação de Winona Ryder.

stephen-twitter

“STRANGER THINGS é pura diversão. A+. Não perca. Winona Ryder brilha.”

Depois disso, não teve muito como fugir da curiosidade monstro e me rendi, e consegui a muito custo levar comigo nessa viagem o marido, que mesmo estando mais ressabiado do que eu, depois do primeiro episódio já estava mais do que conquistado. (mais…)

Floresta Maldita

imagesSinopse:

Thriller sobrenatural que se passa na lendária floresta Aokigahara, situada na base do Monte Fuji, no Japão, conhecida como a floresta dos suicidas. Neste cenário literalmente incrível, Sara (Natalie Dormer) uma jovem americana vai em busca de sua irmã gêmea, que desapareceu misteriosamente nas perigosas trilhas da floresta. Apesar das advertências de todos Sara entra na floresta determinada a descobrir a verdade sobre o destino de sua irmã.

Trailer

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